
A Alma Dos Ricos de Agustina Bessa-Luís
Edição: Dez 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse: «é do conhecimento do leitor a trilogia constituída por jóia de família(2001), a alma dos ricos(2002)e os espaços em branco(2003), três romances em catadupa saídos da apurada pena de agustina bessaluís, e a que a autora deu o suporte comum de o princípio da incerteza. [] A escrita de Agustina é como a água limpa e límpida, que tanto corre rápida como a lançadeira no tear como pode enredarse em longos e lentos rodopios, como o abutre, antes de rapidamente se precipitar sobre a presa. Para o leitor, é uma teia sincopada com múltiplos sustenidos e bemóis e bandos de estorninhos que seguem os trilhos e os tempos que só eles verdadeiramente sabem, e de que logo apagam o rasto, como se se sentissem donos do espaço e do tempo, e nem o uso das pistas quisessem conceder a ninguém. Agustina, que se interessa pelos meandros da alma humana, atravessa o lugar, mas fogelhe a pena para o deslugar, atravessa o tempo, mas fogelhe o alento criador para o destempo. Confirma bem o que acabo de dizer a lúcida descrição de José Luciano, após ter saído da prisão, desenhando com mestria o retrato de Vanessa: Os hábitos são o que nos perde. Variar é humano e esconde as pistas, dizia Vanessa.» [Do Prefácio de António Couto]
Edição: Dez 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse: «é do conhecimento do leitor a trilogia constituída por jóia de família(2001), a alma dos ricos(2002)e os espaços em branco(2003), três romances em catadupa saídos da apurada pena de agustina bessaluís, e a que a autora deu o suporte comum de o princípio da incerteza. [] A escrita de Agustina é como a água limpa e límpida, que tanto corre rápida como a lançadeira no tear como pode enredarse em longos e lentos rodopios, como o abutre, antes de rapidamente se precipitar sobre a presa. Para o leitor, é uma teia sincopada com múltiplos sustenidos e bemóis e bandos de estorninhos que seguem os trilhos e os tempos que só eles verdadeiramente sabem, e de que logo apagam o rasto, como se se sentissem donos do espaço e do tempo, e nem o uso das pistas quisessem conceder a ninguém. Agustina, que se interessa pelos meandros da alma humana, atravessa o lugar, mas fogelhe a pena para o deslugar, atravessa o tempo, mas fogelhe o alento criador para o destempo. Confirma bem o que acabo de dizer a lúcida descrição de José Luciano, após ter saído da prisão, desenhando com mestria o retrato de Vanessa: Os hábitos são o que nos perde. Variar é humano e esconde as pistas, dizia Vanessa.» [Do Prefácio de António Couto]
Description
Edição: Dez 2022
Nº Páginas: 312
Sinopse: «é do conhecimento do leitor a trilogia constituída por jóia de família(2001), a alma dos ricos(2002)e os espaços em branco(2003), três romances em catadupa saídos da apurada pena de agustina bessaluís, e a que a autora deu o suporte comum de o princípio da incerteza. [] A escrita de Agustina é como a água limpa e límpida, que tanto corre rápida como a lançadeira no tear como pode enredarse em longos e lentos rodopios, como o abutre, antes de rapidamente se precipitar sobre a presa. Para o leitor, é uma teia sincopada com múltiplos sustenidos e bemóis e bandos de estorninhos que seguem os trilhos e os tempos que só eles verdadeiramente sabem, e de que logo apagam o rasto, como se se sentissem donos do espaço e do tempo, e nem o uso das pistas quisessem conceder a ninguém. Agustina, que se interessa pelos meandros da alma humana, atravessa o lugar, mas fogelhe a pena para o deslugar, atravessa o tempo, mas fogelhe o alento criador para o destempo. Confirma bem o que acabo de dizer a lúcida descrição de José Luciano, após ter saído da prisão, desenhando com mestria o retrato de Vanessa: Os hábitos são o que nos perde. Variar é humano e esconde as pistas, dizia Vanessa.» [Do Prefácio de António Couto]












