
A Arte do Romance de Milan Kundera
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Ao longo de sete textos, Milan Kundera expõe a sua conceção pessoal do romance europeu - "A arte inspirada pelo riso de Deus". "O mundo das teorias não é o meu. Estas reflexões são as de um praticante. A obra de cada romancista contém uma visão implícita da história do romance, uma ideia do que é o romance. É essa ideia do romance, inerente aos meus romances, que fiz falar." A reflexão de Milan Kundera é uma permanente referência aos autores que servem de fundamento à sua "história pessoal do romance" - Kafka e Hermann Broch, mas também Rabelais, Cervantes, Sterne, Diderot, Flaubert, Tolstoi, Musil, Gombrowicz... A questionação empenhada que aqui se faz da obra de cada um deles constitui porventura um dos mais estimulantes ensaios publicados sobre as raízes e os caminhos possíveis da cultura europeia.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Ao longo de sete textos, Milan Kundera expõe a sua conceção pessoal do romance europeu - "A arte inspirada pelo riso de Deus". "O mundo das teorias não é o meu. Estas reflexões são as de um praticante. A obra de cada romancista contém uma visão implícita da história do romance, uma ideia do que é o romance. É essa ideia do romance, inerente aos meus romances, que fiz falar." A reflexão de Milan Kundera é uma permanente referência aos autores que servem de fundamento à sua "história pessoal do romance" - Kafka e Hermann Broch, mas também Rabelais, Cervantes, Sterne, Diderot, Flaubert, Tolstoi, Musil, Gombrowicz... A questionação empenhada que aqui se faz da obra de cada um deles constitui porventura um dos mais estimulantes ensaios publicados sobre as raízes e os caminhos possíveis da cultura europeia.
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Nº Páginas: 208
Sinopse:
Ao longo de sete textos, Milan Kundera expõe a sua conceção pessoal do romance europeu - "A arte inspirada pelo riso de Deus". "O mundo das teorias não é o meu. Estas reflexões são as de um praticante. A obra de cada romancista contém uma visão implícita da história do romance, uma ideia do que é o romance. É essa ideia do romance, inerente aos meus romances, que fiz falar." A reflexão de Milan Kundera é uma permanente referência aos autores que servem de fundamento à sua "história pessoal do romance" - Kafka e Hermann Broch, mas também Rabelais, Cervantes, Sterne, Diderot, Flaubert, Tolstoi, Musil, Gombrowicz... A questionação empenhada que aqui se faz da obra de cada um deles constitui porventura um dos mais estimulantes ensaios publicados sobre as raízes e os caminhos possíveis da cultura europeia.












