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A Azul Marinho de Pedro Rodrigues

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A Azul Marinho de Pedro Rodrigues

Edição: Jun 2024

Nº Páginas: 192

Sinopse: pedro rodrigues foi tomando nota dos seus dias. não de todos, apenas daqueles que lhe pareciam merecedores de destaque. fê-lo onde calhava, em papéis, no blogue os filhos do mondego, em guardanapos, na humidade dos copos; às vezes, sente que os deixou a flutuar algures, pelo que lamentavelmente já não sabe onde estão. para os escrever, usou as cores dos dias, os cheiros das tardes quentes de verão à beira-mar, os temores das noites de insónias que partilhou com as paredes e a solidão; as lágrimas dos fins, os sorrisos dos comecos. em a mar, obra que surge na sequência de deve ser primavera algures, alice do lado errado do espelho e amor de pechisbeque, pedro rodrigues compila alguns dos seus textos mais lidos, e outros tantos que ficaram por ler.

Edição: Jun 2024

Nº Páginas: 192

Sinopse: pedro rodrigues foi tomando nota dos seus dias. não de todos, apenas daqueles que lhe pareciam merecedores de destaque. fê-lo onde calhava, em papéis, no blogue os filhos do mondego, em guardanapos, na humidade dos copos; às vezes, sente que os deixou a flutuar algures, pelo que lamentavelmente já não sabe onde estão. para os escrever, usou as cores dos dias, os cheiros das tardes quentes de verão à beira-mar, os temores das noites de insónias que partilhou com as paredes e a solidão; as lágrimas dos fins, os sorrisos dos comecos. em a mar, obra que surge na sequência de deve ser primavera algures, alice do lado errado do espelho e amor de pechisbeque, pedro rodrigues compila alguns dos seus textos mais lidos, e outros tantos que ficaram por ler.

$17.95
A Azul Marinho de Pedro Rodrigues
$17.95

Description

Edição: Jun 2024

Nº Páginas: 192

Sinopse: pedro rodrigues foi tomando nota dos seus dias. não de todos, apenas daqueles que lhe pareciam merecedores de destaque. fê-lo onde calhava, em papéis, no blogue os filhos do mondego, em guardanapos, na humidade dos copos; às vezes, sente que os deixou a flutuar algures, pelo que lamentavelmente já não sabe onde estão. para os escrever, usou as cores dos dias, os cheiros das tardes quentes de verão à beira-mar, os temores das noites de insónias que partilhou com as paredes e a solidão; as lágrimas dos fins, os sorrisos dos comecos. em a mar, obra que surge na sequência de deve ser primavera algures, alice do lado errado do espelho e amor de pechisbeque, pedro rodrigues compila alguns dos seus textos mais lidos, e outros tantos que ficaram por ler.