
A Cidade dos Aflitos de Luís Pedro Cabral
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Entre a realidade e a ficção, um romance sobre um dos maiores flagelos da humanidade - o cancro. Durante um ano, Luís Pedro Cabral deambulou pelo coração do IPO, Instituto Português de Oncologia, cidade dentro da cidade. Ali, lutam contra a doença esses valorosos soldados, os doentes. As histórias deles entrecruzam-se com a história familiar do autor, pois também a "sua" mulher se viu forçada a travar esta luta, encontrando-se hoje no estádio IV da doença, o mais grave. Estas são as vidas de personagens reais, de carne e osso, saídas de um sítio em que ninguém quer entrar, mas onde, apesar de tudo, a esperança ainda existe. Um carteirista que já só pensa em se reformar, um luthier cujos violinos encantaram plateias em todo o mundo, um forcado a enfrentar agora a mais vil besta, uma menina obrigada a crescer, uma mulher indomável e um médico perdido. Que têm em comum? O cancro.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Entre a realidade e a ficção, um romance sobre um dos maiores flagelos da humanidade - o cancro. Durante um ano, Luís Pedro Cabral deambulou pelo coração do IPO, Instituto Português de Oncologia, cidade dentro da cidade. Ali, lutam contra a doença esses valorosos soldados, os doentes. As histórias deles entrecruzam-se com a história familiar do autor, pois também a "sua" mulher se viu forçada a travar esta luta, encontrando-se hoje no estádio IV da doença, o mais grave. Estas são as vidas de personagens reais, de carne e osso, saídas de um sítio em que ninguém quer entrar, mas onde, apesar de tudo, a esperança ainda existe. Um carteirista que já só pensa em se reformar, um luthier cujos violinos encantaram plateias em todo o mundo, um forcado a enfrentar agora a mais vil besta, uma menina obrigada a crescer, uma mulher indomável e um médico perdido. Que têm em comum? O cancro.
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Nº Páginas: 248
Sinopse:
Entre a realidade e a ficção, um romance sobre um dos maiores flagelos da humanidade - o cancro. Durante um ano, Luís Pedro Cabral deambulou pelo coração do IPO, Instituto Português de Oncologia, cidade dentro da cidade. Ali, lutam contra a doença esses valorosos soldados, os doentes. As histórias deles entrecruzam-se com a história familiar do autor, pois também a "sua" mulher se viu forçada a travar esta luta, encontrando-se hoje no estádio IV da doença, o mais grave. Estas são as vidas de personagens reais, de carne e osso, saídas de um sítio em que ninguém quer entrar, mas onde, apesar de tudo, a esperança ainda existe. Um carteirista que já só pensa em se reformar, um luthier cujos violinos encantaram plateias em todo o mundo, um forcado a enfrentar agora a mais vil besta, uma menina obrigada a crescer, uma mulher indomável e um médico perdido. Que têm em comum? O cancro.












