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A Coragem de Escolher de Fernando Savater

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A Coragem de Escolher de Fernando Savater

Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 150

Sinopse:
O que é que define o ser humano? Não os instintos ou a nossa dotação genética, tão semelhante aos dos outros animais, mas a nossa capacidade de decidir e inventar acções que transformam a realidade (...) e a nós mesmos. Essa disposição, chamada "liberdade", é a nossa condenação e também o fundamento do que consideramos a nossa dignidade racional. Nas suas origens gregas, o termo não se referia a nenhuma condição metafísica oposta ao determinismo natural, mas designava a situação social de quem não era escravo e, por isso, podia movimentar-se ou actuar segundo a sua vontade sem obedecer a um amo: ou seja, desfrutava da possibilidade de escolher.
Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 150

Sinopse:
O que é que define o ser humano? Não os instintos ou a nossa dotação genética, tão semelhante aos dos outros animais, mas a nossa capacidade de decidir e inventar acções que transformam a realidade (...) e a nós mesmos. Essa disposição, chamada "liberdade", é a nossa condenação e também o fundamento do que consideramos a nossa dignidade racional. Nas suas origens gregas, o termo não se referia a nenhuma condição metafísica oposta ao determinismo natural, mas designava a situação social de quem não era escravo e, por isso, podia movimentar-se ou actuar segundo a sua vontade sem obedecer a um amo: ou seja, desfrutava da possibilidade de escolher.
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A Coragem de Escolher de Fernando Savater

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Description

Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 150

Sinopse:
O que é que define o ser humano? Não os instintos ou a nossa dotação genética, tão semelhante aos dos outros animais, mas a nossa capacidade de decidir e inventar acções que transformam a realidade (...) e a nós mesmos. Essa disposição, chamada "liberdade", é a nossa condenação e também o fundamento do que consideramos a nossa dignidade racional. Nas suas origens gregas, o termo não se referia a nenhuma condição metafísica oposta ao determinismo natural, mas designava a situação social de quem não era escravo e, por isso, podia movimentar-se ou actuar segundo a sua vontade sem obedecer a um amo: ou seja, desfrutava da possibilidade de escolher.