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À Espera Dos Bárbaros de Olivier Tallec

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À Espera Dos Bárbaros de Olivier Tallec

Edição: Mar 2026

Nº Páginas: 40

Sinopse: Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.

Edição: Mar 2026

Nº Páginas: 40

Sinopse: Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.

$14.32
À Espera Dos Bárbaros de Olivier Tallec
$14.32

Description

Edição: Mar 2026

Nº Páginas: 40

Sinopse: Neste álbum ilustrado, adaptação livre de um poema pacifista de Kaváfis, Olivier Tallec cria uma fábula contemporânea sobre o medo, a desconfiança e o poder da imaginação coletiva. A história começa com uma aldeia tranquila. Um dia, alguém anuncia: «Os bárbaros estão a chegar!» Ninguém sabe exatamente quem são esses «bárbaros», nem de onde vêm mas o simples rumor é suficiente para transformar tudo. Os habitantes da aldeia, tomados pelo pânico, começam a construir muralhas, a esconder comida e a suspeitar uns dos outros. A cada página, a tensão cresce até que se percebe que os verdadeiros bárbaros talvez sejam os próprios aldeões, tomados pelo medo e pelo caos que eles próprios criaram.