
A Feira dos Assombrados de José Eduardo Agualusa
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A Feira dos Assombrados tem como cenário a velha cidade do Dondo, nas margens do rio Quanza, em Angola, nos últimos dias do século XIX. Tudo começa com a descoberta de um misterioso cadáver: "O primeiro corpo que o rio trouxe ainda nos pareceu humano. Tinha as partes todas de que somos compostos, a pele lisa e sem escamas, como a nossa, e os enormes olhos abertos guardavam até um resto de luz e de calor." A partir desta descoberta, o Dondo, lugar inteiramente apartado do mundo, vai mergulhar num estranho pesadelo. Com este primeiro corpo - que veio pelo rio como um navio fantasma e que ainda parecia humano, ao contrário dos que haviam de chegar em seguida -, José Eduardo Agualusa conta uma alegoria sobre a situação política e social de Angola, a sua turbulência e os seus medos e horrores.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
A Feira dos Assombrados tem como cenário a velha cidade do Dondo, nas margens do rio Quanza, em Angola, nos últimos dias do século XIX. Tudo começa com a descoberta de um misterioso cadáver: "O primeiro corpo que o rio trouxe ainda nos pareceu humano. Tinha as partes todas de que somos compostos, a pele lisa e sem escamas, como a nossa, e os enormes olhos abertos guardavam até um resto de luz e de calor." A partir desta descoberta, o Dondo, lugar inteiramente apartado do mundo, vai mergulhar num estranho pesadelo. Com este primeiro corpo - que veio pelo rio como um navio fantasma e que ainda parecia humano, ao contrário dos que haviam de chegar em seguida -, José Eduardo Agualusa conta uma alegoria sobre a situação política e social de Angola, a sua turbulência e os seus medos e horrores.
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Nº Páginas: 152
Sinopse:
A Feira dos Assombrados tem como cenário a velha cidade do Dondo, nas margens do rio Quanza, em Angola, nos últimos dias do século XIX. Tudo começa com a descoberta de um misterioso cadáver: "O primeiro corpo que o rio trouxe ainda nos pareceu humano. Tinha as partes todas de que somos compostos, a pele lisa e sem escamas, como a nossa, e os enormes olhos abertos guardavam até um resto de luz e de calor." A partir desta descoberta, o Dondo, lugar inteiramente apartado do mundo, vai mergulhar num estranho pesadelo. Com este primeiro corpo - que veio pelo rio como um navio fantasma e que ainda parecia humano, ao contrário dos que haviam de chegar em seguida -, José Eduardo Agualusa conta uma alegoria sobre a situação política e social de Angola, a sua turbulência e os seus medos e horrores.












