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A Folha do Limoeiro de Mónica Baldaque

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A Folha do Limoeiro de Mónica Baldaque

Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 50

Sinopse:
Dando voz às vozes que a rodeiam - "E não são apenas vozes de pessoas. Tudo tem voz. O vento, a chuva, as folhas das árvores; uma cidade, uma rua, uma casa.(...)", diz-nos "Mónica Baldaque" -, a autora partilha aqui com o leitor as suas memórias de um ano de infância, passado entre o Porto e o Douro. De todas essas vozes, três se destacam: a da avó da autora, Laura; a de sua mãe, Agustina Bessa-Luís - "(...)uma voz que é um dom, de um tempo que é propriedade sua (...)" -; e a da própria "Mónica Baldaque". O texto é ilustrado por pinturas da autora, de seu pai e até de sua mãe, e é percorrido pela folha do limoeiro, pela qual a autora bebia a água da mina e que aqui constitui uma referência simbólica à água da juventude e à fonte da vida eterna.
Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 50

Sinopse:
Dando voz às vozes que a rodeiam - "E não são apenas vozes de pessoas. Tudo tem voz. O vento, a chuva, as folhas das árvores; uma cidade, uma rua, uma casa.(...)", diz-nos "Mónica Baldaque" -, a autora partilha aqui com o leitor as suas memórias de um ano de infância, passado entre o Porto e o Douro. De todas essas vozes, três se destacam: a da avó da autora, Laura; a de sua mãe, Agustina Bessa-Luís - "(...)uma voz que é um dom, de um tempo que é propriedade sua (...)" -; e a da própria "Mónica Baldaque". O texto é ilustrado por pinturas da autora, de seu pai e até de sua mãe, e é percorrido pela folha do limoeiro, pela qual a autora bebia a água da mina e que aqui constitui uma referência simbólica à água da juventude e à fonte da vida eterna.
$4.52
A Folha do Limoeiro de Mónica Baldaque
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Description

Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 50

Sinopse:
Dando voz às vozes que a rodeiam - "E não são apenas vozes de pessoas. Tudo tem voz. O vento, a chuva, as folhas das árvores; uma cidade, uma rua, uma casa.(...)", diz-nos "Mónica Baldaque" -, a autora partilha aqui com o leitor as suas memórias de um ano de infância, passado entre o Porto e o Douro. De todas essas vozes, três se destacam: a da avó da autora, Laura; a de sua mãe, Agustina Bessa-Luís - "(...)uma voz que é um dom, de um tempo que é propriedade sua (...)" -; e a da própria "Mónica Baldaque". O texto é ilustrado por pinturas da autora, de seu pai e até de sua mãe, e é percorrido pela folha do limoeiro, pela qual a autora bebia a água da mina e que aqui constitui uma referência simbólica à água da juventude e à fonte da vida eterna.