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A Geração da Utopia de Pepetela

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A Geração da Utopia de Pepetela

Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384

Sinopse:
A Geração da Utopia é o retrato sofrido dos angolanos que sonharam edificar a epopeia das lutas pela independência mas que logo se frustraram com a guerra civil que a sucedeu, das glórias e das sombras que marcaram esses longos anos de permanente conflito, e do descontentamento e da indiferença que insidiosamente se tornaram o estigma de tantos desses homens e mulheres que fizeram, apesar de tudo, um país novo. "- Tenho de ir, Marta. Deves compreender o gesto do Aníbal, libertou-te porque não tem nada para te dar. Esqueces que tem uma revolução pela frente." Não posso dizer se há um (?) epílogo feliz, mas é um livro muito importante. Para Angola e para o mundo. E a literatura, por vezes, é o inexplicável resultado desses cruzamentos íntimos e históricos. ONDJAKI, in Prefácio
Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384

Sinopse:
A Geração da Utopia é o retrato sofrido dos angolanos que sonharam edificar a epopeia das lutas pela independência mas que logo se frustraram com a guerra civil que a sucedeu, das glórias e das sombras que marcaram esses longos anos de permanente conflito, e do descontentamento e da indiferença que insidiosamente se tornaram o estigma de tantos desses homens e mulheres que fizeram, apesar de tudo, um país novo. "- Tenho de ir, Marta. Deves compreender o gesto do Aníbal, libertou-te porque não tem nada para te dar. Esqueces que tem uma revolução pela frente." Não posso dizer se há um (?) epílogo feliz, mas é um livro muito importante. Para Angola e para o mundo. E a literatura, por vezes, é o inexplicável resultado desses cruzamentos íntimos e históricos. ONDJAKI, in Prefácio
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A Geração da Utopia de Pepetela

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Description

Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384

Sinopse:
A Geração da Utopia é o retrato sofrido dos angolanos que sonharam edificar a epopeia das lutas pela independência mas que logo se frustraram com a guerra civil que a sucedeu, das glórias e das sombras que marcaram esses longos anos de permanente conflito, e do descontentamento e da indiferença que insidiosamente se tornaram o estigma de tantos desses homens e mulheres que fizeram, apesar de tudo, um país novo. "- Tenho de ir, Marta. Deves compreender o gesto do Aníbal, libertou-te porque não tem nada para te dar. Esqueces que tem uma revolução pela frente." Não posso dizer se há um (?) epílogo feliz, mas é um livro muito importante. Para Angola e para o mundo. E a literatura, por vezes, é o inexplicável resultado desses cruzamentos íntimos e históricos. ONDJAKI, in Prefácio