
A Mão na Água que Corre de Assírio & Alvim
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Meu pai falava do odor das alfavacas e eu corria ao dicionário («Planta labiada, semelhante ao manjericão…»), logo decepcionado Imaginava uma vaca primordial depositária de bíblicos segredos capaz de mudar o curso das coisas de ser fundamental, talvez, na minha vida mas nada disso: havia-as de caboclo, de cobra, dos montes, do campo, de cheiro (certamente as do meu pai) e nenhuma referência à cornuda que apascentava a minha imaginação Aprendi assim a desconfiar das palavras e da realidade a ver como ambas nos enganam sem qualquer piedade"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Meu pai falava do odor das alfavacas e eu corria ao dicionário («Planta labiada, semelhante ao manjericão…»), logo decepcionado Imaginava uma vaca primordial depositária de bíblicos segredos capaz de mudar o curso das coisas de ser fundamental, talvez, na minha vida mas nada disso: havia-as de caboclo, de cobra, dos montes, do campo, de cheiro (certamente as do meu pai) e nenhuma referência à cornuda que apascentava a minha imaginação Aprendi assim a desconfiar das palavras e da realidade a ver como ambas nos enganam sem qualquer piedade"
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Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Meu pai falava do odor das alfavacas e eu corria ao dicionário («Planta labiada, semelhante ao manjericão…»), logo decepcionado Imaginava uma vaca primordial depositária de bíblicos segredos capaz de mudar o curso das coisas de ser fundamental, talvez, na minha vida mas nada disso: havia-as de caboclo, de cobra, dos montes, do campo, de cheiro (certamente as do meu pai) e nenhuma referência à cornuda que apascentava a minha imaginação Aprendi assim a desconfiar das palavras e da realidade a ver como ambas nos enganam sem qualquer piedade"












