HomeLoja

A Mulher Que Prendeu a Chuva de Teolinda Gersão

Product image 1

A Mulher Que Prendeu a Chuva de Teolinda Gersão

Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 132

Sinopse:
A mulher que prendeu a chuva reúne 14 contos que partem da vida quotidiana mas se abrem, insensivelmente, a outros mundos; oníricos, fantásticos, terríveis ou absurdos, que nem por isso deixam de nos pertencer e de ser o lugar onde habitamos. "Corria para a frente, na noite, no dorso de um cavalo enlouquecido, que me arrastava, para nenhum lugar. Não havia pontos de referência na paisagem, cavalgávamos à desfilada, depressa, cada vez mais depressa, e no entanto sem avançar no espaço. Não sabia onde estava e recordava-me só vagamente do meu nome. Mas não esquecera o teu. Nem o facto de que estavas morto". (do conto "Cavalos nocturnos").
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 132

Sinopse:
A mulher que prendeu a chuva reúne 14 contos que partem da vida quotidiana mas se abrem, insensivelmente, a outros mundos; oníricos, fantásticos, terríveis ou absurdos, que nem por isso deixam de nos pertencer e de ser o lugar onde habitamos. "Corria para a frente, na noite, no dorso de um cavalo enlouquecido, que me arrastava, para nenhum lugar. Não havia pontos de referência na paisagem, cavalgávamos à desfilada, depressa, cada vez mais depressa, e no entanto sem avançar no espaço. Não sabia onde estava e recordava-me só vagamente do meu nome. Mas não esquecera o teu. Nem o facto de que estavas morto". (do conto "Cavalos nocturnos").
$13.64
A Mulher Que Prendeu a Chuva de Teolinda Gersão
$13.64

Description

Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 132

Sinopse:
A mulher que prendeu a chuva reúne 14 contos que partem da vida quotidiana mas se abrem, insensivelmente, a outros mundos; oníricos, fantásticos, terríveis ou absurdos, que nem por isso deixam de nos pertencer e de ser o lugar onde habitamos. "Corria para a frente, na noite, no dorso de um cavalo enlouquecido, que me arrastava, para nenhum lugar. Não havia pontos de referência na paisagem, cavalgávamos à desfilada, depressa, cada vez mais depressa, e no entanto sem avançar no espaço. Não sabia onde estava e recordava-me só vagamente do meu nome. Mas não esquecera o teu. Nem o facto de que estavas morto". (do conto "Cavalos nocturnos").