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A Rapariga que Acreditava em Milagres de Irene Butter

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A Rapariga que Acreditava em Milagres de Irene Butter

Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352

Sinopse:
A infância de Irene terminava no dia em, com a família, entrou no campo de Bergen-Belsen. Irene tornava-se, prematuramente, responsável por cuidar dos seus pais enfermos, por tomar conta de crianças famintas, por levar roupas à sua vizinha, de Amesterdão, Anne Frank, também ela prisioneira naquele campo, e por sobreviver. O tempo parecia interminável até ser oferecida à família uma hipótese de escapar a este tormento, o que só seria possível se estivessem saudáveis; estavam assim nas mãos do médico nazi que atestaria se assim era. Várias semanas depois de pequenos milagres e tragédias, Irene chegava ao deserto da Argélia, onde faria a sua grande viagem pela redenção até à idade adulta, sozinha, sem o seu irmão e os pais.
Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352

Sinopse:
A infância de Irene terminava no dia em, com a família, entrou no campo de Bergen-Belsen. Irene tornava-se, prematuramente, responsável por cuidar dos seus pais enfermos, por tomar conta de crianças famintas, por levar roupas à sua vizinha, de Amesterdão, Anne Frank, também ela prisioneira naquele campo, e por sobreviver. O tempo parecia interminável até ser oferecida à família uma hipótese de escapar a este tormento, o que só seria possível se estivessem saudáveis; estavam assim nas mãos do médico nazi que atestaria se assim era. Várias semanas depois de pequenos milagres e tragédias, Irene chegava ao deserto da Argélia, onde faria a sua grande viagem pela redenção até à idade adulta, sozinha, sem o seu irmão e os pais.
$19.39
A Rapariga que Acreditava em Milagres de Irene Butter
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352

Sinopse:
A infância de Irene terminava no dia em, com a família, entrou no campo de Bergen-Belsen. Irene tornava-se, prematuramente, responsável por cuidar dos seus pais enfermos, por tomar conta de crianças famintas, por levar roupas à sua vizinha, de Amesterdão, Anne Frank, também ela prisioneira naquele campo, e por sobreviver. O tempo parecia interminável até ser oferecida à família uma hipótese de escapar a este tormento, o que só seria possível se estivessem saudáveis; estavam assim nas mãos do médico nazi que atestaria se assim era. Várias semanas depois de pequenos milagres e tragédias, Irene chegava ao deserto da Argélia, onde faria a sua grande viagem pela redenção até à idade adulta, sozinha, sem o seu irmão e os pais.