
A Repartição do Yin e do Yang de Eduardo Mendoza
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na primavera de 1975, Franco tem os dias contados. Inquieto e estimulado pelos ares de mudança que se começam a respirar em Espanha, Rufo Batalla prepara o seu regresso a Barcelona. Quando está prestes a deixar Nova Iorque, recebe uma peculiar proposta do príncipe Tukuulo relacionada com o disparatado plano de reconquista do trono da Livónia, um país hoje inexistente. Sabendo que Tukuulo aparece na sua vida tão alegremente como desaparece e que o manipula a seu bel-prazer, Rufo deixa-se levar pela admiração e sincero afeto que sente por ele, aceitando uma missão muito incerta no Oriente. Ali chegado, descobre que aquele não é o último nem o único destino de tão louca aventura. Em A repartição do yin e do yang, Eduardo Mendoza dá continuidade à tarefa iniciada anteriormente em O rei recebe – a de percorrer de forma bastante lúcida e com grande sentido de humor alguns momentos históricos, culturais e sociais do século xx.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na primavera de 1975, Franco tem os dias contados. Inquieto e estimulado pelos ares de mudança que se começam a respirar em Espanha, Rufo Batalla prepara o seu regresso a Barcelona. Quando está prestes a deixar Nova Iorque, recebe uma peculiar proposta do príncipe Tukuulo relacionada com o disparatado plano de reconquista do trono da Livónia, um país hoje inexistente. Sabendo que Tukuulo aparece na sua vida tão alegremente como desaparece e que o manipula a seu bel-prazer, Rufo deixa-se levar pela admiração e sincero afeto que sente por ele, aceitando uma missão muito incerta no Oriente. Ali chegado, descobre que aquele não é o último nem o único destino de tão louca aventura. Em A repartição do yin e do yang, Eduardo Mendoza dá continuidade à tarefa iniciada anteriormente em O rei recebe – a de percorrer de forma bastante lúcida e com grande sentido de humor alguns momentos históricos, culturais e sociais do século xx.
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Nº Páginas: 248
Sinopse:
Na primavera de 1975, Franco tem os dias contados. Inquieto e estimulado pelos ares de mudança que se começam a respirar em Espanha, Rufo Batalla prepara o seu regresso a Barcelona. Quando está prestes a deixar Nova Iorque, recebe uma peculiar proposta do príncipe Tukuulo relacionada com o disparatado plano de reconquista do trono da Livónia, um país hoje inexistente. Sabendo que Tukuulo aparece na sua vida tão alegremente como desaparece e que o manipula a seu bel-prazer, Rufo deixa-se levar pela admiração e sincero afeto que sente por ele, aceitando uma missão muito incerta no Oriente. Ali chegado, descobre que aquele não é o último nem o único destino de tão louca aventura. Em A repartição do yin e do yang, Eduardo Mendoza dá continuidade à tarefa iniciada anteriormente em O rei recebe – a de percorrer de forma bastante lúcida e com grande sentido de humor alguns momentos históricos, culturais e sociais do século xx.












