
A Tragédia Da Partida Dos Col de Xavier De Figueiredo
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: A Tragédia da Partida dos Colonos de Angola, de Xavier de Figueiredo, dá-nos uma visão ampla do fenómeno da debandada dos colonos de Angola, como fruto do trágico processo de descolonização do território. É, porém, nas consequências da debandada que o livro se concentra, revelando aspectos até agora desconhecidos ou aprofundando outros já do conhecimento geral. Neste livro, Xavier de Figueiredo defende que os «colonos» não o eram no sentido pejorativo que o termo adquiriu, fustigado por ideologias às quais importou estigmatizá-los, mas sim gente, na sua imensa maioria, deveras afeiçoada a Angola e com a terra identificada, seja por laços de natalidade ou de adopção, e cujas imperfeições não excediam as imperfeições de todos os agrupamentos de seres humanos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: A Tragédia da Partida dos Colonos de Angola, de Xavier de Figueiredo, dá-nos uma visão ampla do fenómeno da debandada dos colonos de Angola, como fruto do trágico processo de descolonização do território. É, porém, nas consequências da debandada que o livro se concentra, revelando aspectos até agora desconhecidos ou aprofundando outros já do conhecimento geral. Neste livro, Xavier de Figueiredo defende que os «colonos» não o eram no sentido pejorativo que o termo adquiriu, fustigado por ideologias às quais importou estigmatizá-los, mas sim gente, na sua imensa maioria, deveras afeiçoada a Angola e com a terra identificada, seja por laços de natalidade ou de adopção, e cujas imperfeições não excediam as imperfeições de todos os agrupamentos de seres humanos.
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Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: A Tragédia da Partida dos Colonos de Angola, de Xavier de Figueiredo, dá-nos uma visão ampla do fenómeno da debandada dos colonos de Angola, como fruto do trágico processo de descolonização do território. É, porém, nas consequências da debandada que o livro se concentra, revelando aspectos até agora desconhecidos ou aprofundando outros já do conhecimento geral. Neste livro, Xavier de Figueiredo defende que os «colonos» não o eram no sentido pejorativo que o termo adquiriu, fustigado por ideologias às quais importou estigmatizá-los, mas sim gente, na sua imensa maioria, deveras afeiçoada a Angola e com a terra identificada, seja por laços de natalidade ou de adopção, e cujas imperfeições não excediam as imperfeições de todos os agrupamentos de seres humanos.












