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A Vida Não é Aqui de Milan Kundera

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A Vida Não é Aqui de Milan Kundera

Edição: Set 2012
Nº Páginas: 384

Sinopse:
Milan Kundera chegou a pensar dar a este romance o título de A Idade Lírica. A idade lírica, segundo ele, é a juventude, e este romance é, acima de tudo, uma epopeia da adolescência, uma epopeia irónica que corrói ternamente valores sagrados: a infância, a maternidade, a revolução e, até mesmo, a poesia. Com efeito, Jaromil é poeta. Foi a sua mãe que o fez poeta, e é ela que o acompanha (figurativamente) aos seus leitos de amor e (literalmente) ao seu leito de morte. Personagem ridícula e comovente, horrível e de uma inocência total ("a inocência com o seu sorriso sangrento"!), Jaromil é, ao mesmo tempo, um verdadeiro poeta. Não é um canalha, é Rimbaud. Rimbaud apanhado na armadilha da revolução comunista, na armadilha de uma farsa negra.
Edição: Set 2012
Nº Páginas: 384

Sinopse:
Milan Kundera chegou a pensar dar a este romance o título de A Idade Lírica. A idade lírica, segundo ele, é a juventude, e este romance é, acima de tudo, uma epopeia da adolescência, uma epopeia irónica que corrói ternamente valores sagrados: a infância, a maternidade, a revolução e, até mesmo, a poesia. Com efeito, Jaromil é poeta. Foi a sua mãe que o fez poeta, e é ela que o acompanha (figurativamente) aos seus leitos de amor e (literalmente) ao seu leito de morte. Personagem ridícula e comovente, horrível e de uma inocência total ("a inocência com o seu sorriso sangrento"!), Jaromil é, ao mesmo tempo, um verdadeiro poeta. Não é um canalha, é Rimbaud. Rimbaud apanhado na armadilha da revolução comunista, na armadilha de uma farsa negra.
$19.39
A Vida Não é Aqui de Milan Kundera
$19.39

Description

Edição: Set 2012
Nº Páginas: 384

Sinopse:
Milan Kundera chegou a pensar dar a este romance o título de A Idade Lírica. A idade lírica, segundo ele, é a juventude, e este romance é, acima de tudo, uma epopeia da adolescência, uma epopeia irónica que corrói ternamente valores sagrados: a infância, a maternidade, a revolução e, até mesmo, a poesia. Com efeito, Jaromil é poeta. Foi a sua mãe que o fez poeta, e é ela que o acompanha (figurativamente) aos seus leitos de amor e (literalmente) ao seu leito de morte. Personagem ridícula e comovente, horrível e de uma inocência total ("a inocência com o seu sorriso sangrento"!), Jaromil é, ao mesmo tempo, um verdadeiro poeta. Não é um canalha, é Rimbaud. Rimbaud apanhado na armadilha da revolução comunista, na armadilha de uma farsa negra.