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Alma de Cão de Francisco José Pereira Alves

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Alma de Cão de Francisco José Pereira Alves

Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 206

Sinopse:
Antigo juiz, José responde pelo apelido de Sousa e Paiva Sarmento de Carvalho. Joaquim é motorista do camião que, desgovernado, embateu na fila de carros; foi ele que acordou do coma o homem das leis. Bancário de profissão, Júlio fuma desalmadamente e cai junto ao banco de um jardim, traído pelo coração, sendo salvo da morte certa pelo fiel "Jerónimo". Escusado será dizer que o cão, que também deu entrada no hospital, conheceu tratamento de excepção. O contacto com as doenças e com a morte alterou-lhes a personalidade: a uns mais, a outros menos. Depois de terem alta ficaram incapazes de tornar a assumir tanto as suas obrigações como hábitos anteriores. Fugiram do bulício citadino para a calma paisagem rural, onde "Jerónimo", o cão, sempre presente, lhes virá a dar uma razão para ficar.
Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 206

Sinopse:
Antigo juiz, José responde pelo apelido de Sousa e Paiva Sarmento de Carvalho. Joaquim é motorista do camião que, desgovernado, embateu na fila de carros; foi ele que acordou do coma o homem das leis. Bancário de profissão, Júlio fuma desalmadamente e cai junto ao banco de um jardim, traído pelo coração, sendo salvo da morte certa pelo fiel "Jerónimo". Escusado será dizer que o cão, que também deu entrada no hospital, conheceu tratamento de excepção. O contacto com as doenças e com a morte alterou-lhes a personalidade: a uns mais, a outros menos. Depois de terem alta ficaram incapazes de tornar a assumir tanto as suas obrigações como hábitos anteriores. Fugiram do bulício citadino para a calma paisagem rural, onde "Jerónimo", o cão, sempre presente, lhes virá a dar uma razão para ficar.
$14.26
Alma de Cão de Francisco José Pereira Alves
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Description

Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 206

Sinopse:
Antigo juiz, José responde pelo apelido de Sousa e Paiva Sarmento de Carvalho. Joaquim é motorista do camião que, desgovernado, embateu na fila de carros; foi ele que acordou do coma o homem das leis. Bancário de profissão, Júlio fuma desalmadamente e cai junto ao banco de um jardim, traído pelo coração, sendo salvo da morte certa pelo fiel "Jerónimo". Escusado será dizer que o cão, que também deu entrada no hospital, conheceu tratamento de excepção. O contacto com as doenças e com a morte alterou-lhes a personalidade: a uns mais, a outros menos. Depois de terem alta ficaram incapazes de tornar a assumir tanto as suas obrigações como hábitos anteriores. Fugiram do bulício citadino para a calma paisagem rural, onde "Jerónimo", o cão, sempre presente, lhes virá a dar uma razão para ficar.