
As Metamorfoses do Elefante de José Luís Mendonça
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Nas vésperas da independência de Angola, os sete sonhos de Hermes Sussumuku revelam um futuro de horrores em que, regressado do exílio da luta de libertação, o irmão de Hermes se recusa a acreditar, escandalizado. "As Metamorfoses do Elefante" começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades chamam surriso. Em simultâneo com essa insólita pandemia, o autor, José Luís Mendonça, oferece-nos uma prodigiosa efabulação da história da Angola pós-colonial. Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcãos redondas e um elefante que, com rostos diferentes, representa o poder, num país moldado pela vendeta do 27 de Maio de 1977, cuja herança maior é uma repressão política desumana.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Nas vésperas da independência de Angola, os sete sonhos de Hermes Sussumuku revelam um futuro de horrores em que, regressado do exílio da luta de libertação, o irmão de Hermes se recusa a acreditar, escandalizado. "As Metamorfoses do Elefante" começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades chamam surriso. Em simultâneo com essa insólita pandemia, o autor, José Luís Mendonça, oferece-nos uma prodigiosa efabulação da história da Angola pós-colonial. Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcãos redondas e um elefante que, com rostos diferentes, representa o poder, num país moldado pela vendeta do 27 de Maio de 1977, cuja herança maior é uma repressão política desumana.
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Nº Páginas: 152
Sinopse:
Nas vésperas da independência de Angola, os sete sonhos de Hermes Sussumuku revelam um futuro de horrores em que, regressado do exílio da luta de libertação, o irmão de Hermes se recusa a acreditar, escandalizado. "As Metamorfoses do Elefante" começa com a propagação de uma estranha pandemia: um surto de riso a que as autoridades chamam surriso. Em simultâneo com essa insólita pandemia, o autor, José Luís Mendonça, oferece-nos uma prodigiosa efabulação da história da Angola pós-colonial. Por essa história, deambula um bestiário magnífico de camaleões, hienas, uma vaca de fogo preto, cabras voadoras, um falcãos redondas e um elefante que, com rostos diferentes, representa o poder, num país moldado pela vendeta do 27 de Maio de 1977, cuja herança maior é uma repressão política desumana.












