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As Palavras Interditas - Até Amanhã de Eugénio de Andrade

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As Palavras Interditas - Até Amanhã de Eugénio de Andrade

Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72

Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72

Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."
$10.26
As Palavras Interditas - Até Amanhã de Eugénio de Andrade
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 72

Sinopse:
O presente volume prossegue a publicação da obra canónica de Eugénio de Andrade, tal como o poeta a estabeleceu em vida. Integra os livros "As Palavras Interditas", publicado pela primeira vez em 1951, e "Até Amanhã", de 1956. Como diz Nuno Júdice no seu prefácio, ""As Palavras Interditas" e "Até Amanhã" são livros em que se encontra, praticamente em cada poema, aquilo que fez, e faz, de Eugénio de Andrade o mais luminoso e claro dos nossos poetas do século XX." "Nada podeis contra o amor. Contra a cor da folhagem, contra a carícia da espuma, contra a luz, nada podeis. Podeis dar-nos a morte, a mais vil, isso podeis - e é tão pouco."