
As Vacas Não Me Olham Mais Na de Dora Freind
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: Trata-se da mão da infância que se multiplica nas patas de uma animalidade que a narradora conquista para si quando o mundo que deveria ser seguro se mostra insuficiente, fragmentário. E esta mão, animal e humana, inventora e inventada, é aquela que escreve cartas, a própria vida, essa história que é contada aqui no ritmo de um poema ou, melhor, de uma oralidade que remonta ao poético da fala, da respiração, do que se mastiga e se transforma. Dora Freind tece, borda, rumina uma fábula sobre crescer, tornar-se gente, com o ônus e o bônus disso, sobre ser criança e se tornar adulto, sobre ser menina e se tornar mulher. Temos aqui uma menina que cresce em meio ao mutismo da mãe, ao abandono do pai e aos mugidos das vacas. Que, no curral, sente-se não apenas acolhida, mas parte de uma comunidade e que, crescendo, se humanizando, aprende a duras penas que se acostumar com a perda é parte indissociável de ser gente.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: Trata-se da mão da infância que se multiplica nas patas de uma animalidade que a narradora conquista para si quando o mundo que deveria ser seguro se mostra insuficiente, fragmentário. E esta mão, animal e humana, inventora e inventada, é aquela que escreve cartas, a própria vida, essa história que é contada aqui no ritmo de um poema ou, melhor, de uma oralidade que remonta ao poético da fala, da respiração, do que se mastiga e se transforma. Dora Freind tece, borda, rumina uma fábula sobre crescer, tornar-se gente, com o ônus e o bônus disso, sobre ser criança e se tornar adulto, sobre ser menina e se tornar mulher. Temos aqui uma menina que cresce em meio ao mutismo da mãe, ao abandono do pai e aos mugidos das vacas. Que, no curral, sente-se não apenas acolhida, mas parte de uma comunidade e que, crescendo, se humanizando, aprende a duras penas que se acostumar com a perda é parte indissociável de ser gente.
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Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: Trata-se da mão da infância que se multiplica nas patas de uma animalidade que a narradora conquista para si quando o mundo que deveria ser seguro se mostra insuficiente, fragmentário. E esta mão, animal e humana, inventora e inventada, é aquela que escreve cartas, a própria vida, essa história que é contada aqui no ritmo de um poema ou, melhor, de uma oralidade que remonta ao poético da fala, da respiração, do que se mastiga e se transforma. Dora Freind tece, borda, rumina uma fábula sobre crescer, tornar-se gente, com o ônus e o bônus disso, sobre ser criança e se tornar adulto, sobre ser menina e se tornar mulher. Temos aqui uma menina que cresce em meio ao mutismo da mãe, ao abandono do pai e aos mugidos das vacas. Que, no curral, sente-se não apenas acolhida, mas parte de uma comunidade e que, crescendo, se humanizando, aprende a duras penas que se acostumar com a perda é parte indissociável de ser gente.












