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Baixa Pombalina - A Luz Escura do Iluminismo de Henrique Dinis da Gama

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Baixa Pombalina - A Luz Escura do Iluminismo de Henrique Dinis da Gama

Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 224

Sinopse:
A Lisboa de Henrique Dinis da Gama rejeita a evidência e a tentação dos efeitos, porque parte do olhar subjectivo com que interpreta a paisagem. Percorre-a como que casualmente e, no entanto, ao menor sobressalto descobre no real imediato o mistério dum apontamento que transfigura a leitura. [...] "José Cardoso Pires" É esta luz inclusa nas coisas o que um poeta da câmara mágica nos dá a ver. Como se precisássemos da duplicação, da imagem, para ver o que sem ela é só mancha e caos. Henrique Dinis da Gama não olha apenas Lisboa coalhando o seu silêncio luminoso. Revela-a como uma floresta de olhares. Dela, não nossos. Janelas como olhos em toda a parte. Olhos como janelas. Incólume, o mistério de uma cidade solar por fora, secreta por dentro. "Eduardo Lourenço"
Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 224

Sinopse:
A Lisboa de Henrique Dinis da Gama rejeita a evidência e a tentação dos efeitos, porque parte do olhar subjectivo com que interpreta a paisagem. Percorre-a como que casualmente e, no entanto, ao menor sobressalto descobre no real imediato o mistério dum apontamento que transfigura a leitura. [...] "José Cardoso Pires" É esta luz inclusa nas coisas o que um poeta da câmara mágica nos dá a ver. Como se precisássemos da duplicação, da imagem, para ver o que sem ela é só mancha e caos. Henrique Dinis da Gama não olha apenas Lisboa coalhando o seu silêncio luminoso. Revela-a como uma floresta de olhares. Dela, não nossos. Janelas como olhos em toda a parte. Olhos como janelas. Incólume, o mistério de uma cidade solar por fora, secreta por dentro. "Eduardo Lourenço"
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Original: $14.68

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Baixa Pombalina - A Luz Escura do Iluminismo de Henrique Dinis da Gama

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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 224

Sinopse:
A Lisboa de Henrique Dinis da Gama rejeita a evidência e a tentação dos efeitos, porque parte do olhar subjectivo com que interpreta a paisagem. Percorre-a como que casualmente e, no entanto, ao menor sobressalto descobre no real imediato o mistério dum apontamento que transfigura a leitura. [...] "José Cardoso Pires" É esta luz inclusa nas coisas o que um poeta da câmara mágica nos dá a ver. Como se precisássemos da duplicação, da imagem, para ver o que sem ela é só mancha e caos. Henrique Dinis da Gama não olha apenas Lisboa coalhando o seu silêncio luminoso. Revela-a como uma floresta de olhares. Dela, não nossos. Janelas como olhos em toda a parte. Olhos como janelas. Incólume, o mistério de uma cidade solar por fora, secreta por dentro. "Eduardo Lourenço"