HomeLoja

Branco no Branco - Contra a Obscuridade de Eugénio de Andrade

Product image 1

Branco no Branco - Contra a Obscuridade de Eugénio de Andrade

Edição: Out 2015
Nº Páginas: 104

Sinopse:
Este volume reúne dois livros de Eugénio de Andrade, escritos já em plena maturidade poética do autor: "Branco no Branco", de 1984, e "Contra a Obscuridade" de 1988. Como nos diz António Carlos Cortez, no prefácio que escreveu para esta edição, "Dos ecos que se propagam de Branco no "Branco · Contra a Obscuridade" para a nossa própria leitura, vale a pena ver como vibram nas páginas finais desta reunião certos flashes que dão conta do estado último a que esta escrita chegou: um estado de máxima depuração, uma depuração que não deixa de ser um assumir da imperfeição de todo o objecto, pois que a poesia é um processo a fazer-se, "labor limae" infindável."
Edição: Out 2015
Nº Páginas: 104

Sinopse:
Este volume reúne dois livros de Eugénio de Andrade, escritos já em plena maturidade poética do autor: "Branco no Branco", de 1984, e "Contra a Obscuridade" de 1988. Como nos diz António Carlos Cortez, no prefácio que escreveu para esta edição, "Dos ecos que se propagam de Branco no "Branco · Contra a Obscuridade" para a nossa própria leitura, vale a pena ver como vibram nas páginas finais desta reunião certos flashes que dão conta do estado último a que esta escrita chegou: um estado de máxima depuração, uma depuração que não deixa de ser um assumir da imperfeição de todo o objecto, pois que a poesia é um processo a fazer-se, "labor limae" infindável."
$12.51
Branco no Branco - Contra a Obscuridade de Eugénio de Andrade
$12.51

Description

Edição: Out 2015
Nº Páginas: 104

Sinopse:
Este volume reúne dois livros de Eugénio de Andrade, escritos já em plena maturidade poética do autor: "Branco no Branco", de 1984, e "Contra a Obscuridade" de 1988. Como nos diz António Carlos Cortez, no prefácio que escreveu para esta edição, "Dos ecos que se propagam de Branco no "Branco · Contra a Obscuridade" para a nossa própria leitura, vale a pena ver como vibram nas páginas finais desta reunião certos flashes que dão conta do estado último a que esta escrita chegou: um estado de máxima depuração, uma depuração que não deixa de ser um assumir da imperfeição de todo o objecto, pois que a poesia é um processo a fazer-se, "labor limae" infindável."