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Civilizações de Mary Beard

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Civilizações de Mary Beard

Edição: Nov 2022

Nº Páginas: 240

Sinopse: Depois de Kenneth Clark e do seu Civilização, Mary Beard quer ir mais longe: não só desvia o foco do «génio» criador para o consumidor, como confere às mulheres a dose de protagonismo que merecem na história da «civilização». E não se fica pela Europa, conduz-nos a outros lugares e culturas, assentando na ideia de que não há, nem pode haver, uma narrativa única da arte e da cultura no mundo. Por isso, inclui e interpreta a diferença. Do princípio ao fim, paira a questão: o que é a civilização? Kenneth Clark não arriscou uma definição, quando se lançou na aventura de a abordar pelo prisma da arte. «Mas penso conseguir reconhecêla quando a vejo», disse. Já Mary Beard confere uma resposta que contém uma imensidão em pouquíssimas palavras. Um livro ao mesmo tempo interessante e belo!

Edição: Nov 2022

Nº Páginas: 240

Sinopse: Depois de Kenneth Clark e do seu Civilização, Mary Beard quer ir mais longe: não só desvia o foco do «génio» criador para o consumidor, como confere às mulheres a dose de protagonismo que merecem na história da «civilização». E não se fica pela Europa, conduz-nos a outros lugares e culturas, assentando na ideia de que não há, nem pode haver, uma narrativa única da arte e da cultura no mundo. Por isso, inclui e interpreta a diferença. Do princípio ao fim, paira a questão: o que é a civilização? Kenneth Clark não arriscou uma definição, quando se lançou na aventura de a abordar pelo prisma da arte. «Mas penso conseguir reconhecêla quando a vejo», disse. Já Mary Beard confere uma resposta que contém uma imensidão em pouquíssimas palavras. Um livro ao mesmo tempo interessante e belo!

$8.97

Original: $25.64

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Civilizações de Mary Beard

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Description

Edição: Nov 2022

Nº Páginas: 240

Sinopse: Depois de Kenneth Clark e do seu Civilização, Mary Beard quer ir mais longe: não só desvia o foco do «génio» criador para o consumidor, como confere às mulheres a dose de protagonismo que merecem na história da «civilização». E não se fica pela Europa, conduz-nos a outros lugares e culturas, assentando na ideia de que não há, nem pode haver, uma narrativa única da arte e da cultura no mundo. Por isso, inclui e interpreta a diferença. Do princípio ao fim, paira a questão: o que é a civilização? Kenneth Clark não arriscou uma definição, quando se lançou na aventura de a abordar pelo prisma da arte. «Mas penso conseguir reconhecêla quando a vejo», disse. Já Mary Beard confere uma resposta que contém uma imensidão em pouquíssimas palavras. Um livro ao mesmo tempo interessante e belo!