
Coração Rebelde de Arundhati Roy
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Arundhati Roy é autora de dois romances prodigiosos: "O Deus das Pequenas Coisas", vencedor do Booker Prize 1997, e "O Ministério das Felicidade Suprema", publicado em 2017. Nas duas décadas que separam estas obras de ficção, a escritora dedicou-se ao ativismo político e iniciou um percurso marcado pela compaixão, pela frontalidade e pela coragem. "Coração Rebelde" reúne os seis textos mais emblemáticos da sua vasta produção ensaística. São um grito em defesa da ecologia, do individuo e da sociedade, da justiça e da liberdade, por oposição à lógica destrutiva das elites financeiras, sociais, religiosas, militares e governamentais. Polémicos e inconformistas, os seus ensaios pretendem dar início a um diálogo há muito adiado. Memórias de Arundhati Roy enquanto escritora e cidadã, da Índia e do mundo, trata-se de uma coletânea arrojada de uma mulher que não receia ser o arauto da dissidência.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Arundhati Roy é autora de dois romances prodigiosos: "O Deus das Pequenas Coisas", vencedor do Booker Prize 1997, e "O Ministério das Felicidade Suprema", publicado em 2017. Nas duas décadas que separam estas obras de ficção, a escritora dedicou-se ao ativismo político e iniciou um percurso marcado pela compaixão, pela frontalidade e pela coragem. "Coração Rebelde" reúne os seis textos mais emblemáticos da sua vasta produção ensaística. São um grito em defesa da ecologia, do individuo e da sociedade, da justiça e da liberdade, por oposição à lógica destrutiva das elites financeiras, sociais, religiosas, militares e governamentais. Polémicos e inconformistas, os seus ensaios pretendem dar início a um diálogo há muito adiado. Memórias de Arundhati Roy enquanto escritora e cidadã, da Índia e do mundo, trata-se de uma coletânea arrojada de uma mulher que não receia ser o arauto da dissidência.
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Nº Páginas: 368
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Arundhati Roy é autora de dois romances prodigiosos: "O Deus das Pequenas Coisas", vencedor do Booker Prize 1997, e "O Ministério das Felicidade Suprema", publicado em 2017. Nas duas décadas que separam estas obras de ficção, a escritora dedicou-se ao ativismo político e iniciou um percurso marcado pela compaixão, pela frontalidade e pela coragem. "Coração Rebelde" reúne os seis textos mais emblemáticos da sua vasta produção ensaística. São um grito em defesa da ecologia, do individuo e da sociedade, da justiça e da liberdade, por oposição à lógica destrutiva das elites financeiras, sociais, religiosas, militares e governamentais. Polémicos e inconformistas, os seus ensaios pretendem dar início a um diálogo há muito adiado. Memórias de Arundhati Roy enquanto escritora e cidadã, da Índia e do mundo, trata-se de uma coletânea arrojada de uma mulher que não receia ser o arauto da dissidência.












