
Crónicas Italianas de António Mega Ferreira
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga 2022 Este livro insere-se numa velha tradição da narrativa literária, "a viagem a Itália", que teve cultores desde a Idade Média e representava para os escritores uma viagem iniciática indispensável para o contacto com as artes clássicas e seu conhecimento. Nomes muito importantes a praticaram: Motaigne, Goethe, Rilke, Cervantes, Proust e Stendhal, por exemplo. E é sob a égide deste último que António Mega Ferreira se coloca ao partir para este conjunto de histórias italianas. Encerrando o tríptico que integra os seus anteriores títulos Roma, exercícios de reconhecimento e Itália, práticas de viagem, neste Crónicas Italianas, o leitor é levado nas asas de narrativas verdadeiras ou míticas, para descobrir e observar por dentro a história das cidades, dos seus criadores e das grandes obras das artes plásticas, da arquitetura, da literatura e da música.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga 2022 Este livro insere-se numa velha tradição da narrativa literária, "a viagem a Itália", que teve cultores desde a Idade Média e representava para os escritores uma viagem iniciática indispensável para o contacto com as artes clássicas e seu conhecimento. Nomes muito importantes a praticaram: Motaigne, Goethe, Rilke, Cervantes, Proust e Stendhal, por exemplo. E é sob a égide deste último que António Mega Ferreira se coloca ao partir para este conjunto de histórias italianas. Encerrando o tríptico que integra os seus anteriores títulos Roma, exercícios de reconhecimento e Itália, práticas de viagem, neste Crónicas Italianas, o leitor é levado nas asas de narrativas verdadeiras ou míticas, para descobrir e observar por dentro a história das cidades, dos seus criadores e das grandes obras das artes plásticas, da arquitetura, da literatura e da música.
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Nº Páginas: 260
Sinopse:
Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga 2022 Este livro insere-se numa velha tradição da narrativa literária, "a viagem a Itália", que teve cultores desde a Idade Média e representava para os escritores uma viagem iniciática indispensável para o contacto com as artes clássicas e seu conhecimento. Nomes muito importantes a praticaram: Motaigne, Goethe, Rilke, Cervantes, Proust e Stendhal, por exemplo. E é sob a égide deste último que António Mega Ferreira se coloca ao partir para este conjunto de histórias italianas. Encerrando o tríptico que integra os seus anteriores títulos Roma, exercícios de reconhecimento e Itália, práticas de viagem, neste Crónicas Italianas, o leitor é levado nas asas de narrativas verdadeiras ou míticas, para descobrir e observar por dentro a história das cidades, dos seus criadores e das grandes obras das artes plásticas, da arquitetura, da literatura e da música.












