
Da Amazónia às Malvinas de Beatriz Sarlo
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio
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Nº Páginas: 312
Sinopse:
Da Amazónia às Malvinas resgata do esquecimento uma grande viagem que Beatriz Sarlo fez na juventude, nas décadas de 60 e 70, atravessando uma América Latina pulsando de ímpeto revolucionário. Viagens de barco, caminhadas pelas montanhas e pela selva, o clima e a geografia como protagonistas de aventuras que lembram Joseph Conrad e Jack London. Este périplo latino-americano é também a biografia itinerante de uma jovem mulher que encontrou pessoas, lugares e situações extraordinárias, que superam todas as expectativas. Uma escrita íntima sobre o poder da memória e a recriação fervilhante de um continente mítico. Talvez nunca cheguemos a compreender por inteiro a motivação que levou uma rapariga argentina a empreender, enquanto jovem maoísta, algumas das "viagens ideológicas" aqui descritas. [...] Beatriz Sarlo faz um inteligente e corajoso exercício de autocrítica, reinterpretando vivências "que não são simples recordações, porque lhes pertenço de uma maneira radical". À luz deste outro tempo, é-lhe agora possível constatar que, em viagem como na vida, só encontramos aquilo de que vamos à procura. —Carlos Vaz Marques, Prefácio












