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Da Natureza das Coisas de Lucrécio

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Da Natureza das Coisas de Lucrécio

Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 416

Sinopse:
O poema filosófico "Da Natureza das Coisas" ("De Verum Natura"), escrito por volta do ano 50 a.C., pelo romano Tito Lucrécio Caro, é uma das mais importantes obras da Antiguidade Clássica. A grandeza poética do livro foi reconhecida de modo quase imediato. Ovídio escreveu que "os versos do sublime Lucrécio" iriam perdurar enquanto o mundo existisse. Cícero desclarou que o poema era "não apenas rico em brilhante engenhosidade, como artisticamente elevado". E Virgílio, que segundo algumas crónicas praticou o ritual romano de passagem à idade adulta no mesmo dia em que Lucrécio faleceu, prestou-lhe homenagem, dizendo que era o homem que conseguiu "encontrar a causa das coisas e que tinha espezinhado todos os temores".
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 416

Sinopse:
O poema filosófico "Da Natureza das Coisas" ("De Verum Natura"), escrito por volta do ano 50 a.C., pelo romano Tito Lucrécio Caro, é uma das mais importantes obras da Antiguidade Clássica. A grandeza poética do livro foi reconhecida de modo quase imediato. Ovídio escreveu que "os versos do sublime Lucrécio" iriam perdurar enquanto o mundo existisse. Cícero desclarou que o poema era "não apenas rico em brilhante engenhosidade, como artisticamente elevado". E Virgílio, que segundo algumas crónicas praticou o ritual romano de passagem à idade adulta no mesmo dia em que Lucrécio faleceu, prestou-lhe homenagem, dizendo que era o homem que conseguiu "encontrar a causa das coisas e que tinha espezinhado todos os temores".
$16.62
Da Natureza das Coisas de Lucrécio
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 416

Sinopse:
O poema filosófico "Da Natureza das Coisas" ("De Verum Natura"), escrito por volta do ano 50 a.C., pelo romano Tito Lucrécio Caro, é uma das mais importantes obras da Antiguidade Clássica. A grandeza poética do livro foi reconhecida de modo quase imediato. Ovídio escreveu que "os versos do sublime Lucrécio" iriam perdurar enquanto o mundo existisse. Cícero desclarou que o poema era "não apenas rico em brilhante engenhosidade, como artisticamente elevado". E Virgílio, que segundo algumas crónicas praticou o ritual romano de passagem à idade adulta no mesmo dia em que Lucrécio faleceu, prestou-lhe homenagem, dizendo que era o homem que conseguiu "encontrar a causa das coisas e que tinha espezinhado todos os temores".