
De Mal a Pior de Vasco Pulido Valente
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".
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Nº Páginas: 544
Sinopse:
Vasco Pulido Valente é, de longe, o colunista mais influente do país - escreve sobre políticos e sobre partidos; sobre economia e sobre empresários; sobre pequena e grande corrupção; sobre terrorismo e sobre religião; sobre desporto, jornalismo, educação e costumes. E é o colunista mais influente do país há muito tempo. Nas crónicas reunidas em De Mal a Pior, escreve sobre inúmeros primeiros-ministros, sobre vários presidentes da República, sobre três papas. Escreve também sobre si próprio. Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, "o indivíduo morreu", protesta e lamenta: "Não fui feito para isto". Nada que deva espantar muito. Num outro livro de crónicas, Vasco Pulido Valente já tinha avisado: "Eu sempre fui assim".












