
Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.
Original: $13.64
-65%$13.64
$4.77Description
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.












