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Doce Introdução ao Caos de Marta Orriols

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Doce Introdução ao Caos de Marta Orriols

Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 240

Sinopse:
Dani - guionista - e Marta - fotógrafa com ambições artísticas - vivem juntos há cerca de dois anos quando descobrem que Marta está grávida. A notícia mergulha-os num pântano de dúvidas que os afeta quer como indivíduos, quer como casal. Dani, órfão de pai, terá de enfrentar a promessa que fez a si mesmo há muitos anos de nunca abandonar um filho. Marta, que nasceu no seio de uma família liberal, não sente qualquer vontade de ser mãe e tem planos de ir viver para Berlim e realizar os seus sonhos. Que fazer então com a dor que nasce de um sentimento que não se sabia que existia? Como dar voz a um desejo reprimido? Serão os projetos profissionais tão válidos como o desejo de constituir família?
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 240

Sinopse:
Dani - guionista - e Marta - fotógrafa com ambições artísticas - vivem juntos há cerca de dois anos quando descobrem que Marta está grávida. A notícia mergulha-os num pântano de dúvidas que os afeta quer como indivíduos, quer como casal. Dani, órfão de pai, terá de enfrentar a promessa que fez a si mesmo há muitos anos de nunca abandonar um filho. Marta, que nasceu no seio de uma família liberal, não sente qualquer vontade de ser mãe e tem planos de ir viver para Berlim e realizar os seus sonhos. Que fazer então com a dor que nasce de um sentimento que não se sabia que existia? Como dar voz a um desejo reprimido? Serão os projetos profissionais tão válidos como o desejo de constituir família?
$18.16
Doce Introdução ao Caos de Marta Orriols
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 240

Sinopse:
Dani - guionista - e Marta - fotógrafa com ambições artísticas - vivem juntos há cerca de dois anos quando descobrem que Marta está grávida. A notícia mergulha-os num pântano de dúvidas que os afeta quer como indivíduos, quer como casal. Dani, órfão de pai, terá de enfrentar a promessa que fez a si mesmo há muitos anos de nunca abandonar um filho. Marta, que nasceu no seio de uma família liberal, não sente qualquer vontade de ser mãe e tem planos de ir viver para Berlim e realizar os seus sonhos. Que fazer então com a dor que nasce de um sentimento que não se sabia que existia? Como dar voz a um desejo reprimido? Serão os projetos profissionais tão válidos como o desejo de constituir família?