
Dora Bruder de Patrick Modiano
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Anos atrás, o narrador deparara-se com um anúncio publicado no "Paris-Soir" de 31 de dezembro de 1941: "Procura-se uma rapariga, Dora Bruder, de 15 anos…" Quem era Dora Bruder? Desde esse dia, o destino da jovem judia enredada nas malhas da ocupação nazi nunca mais o largou, obcecado que estava em reconstruir a sua história até aos momentos finais no campo de Auschwitz. Este livro (como, aliás, toda a obra do autor) é assim um combate contra o esquecimento, uma afirmação portentosa dos caminhos redentores da memória - contra tudo aquilo que nos macula e destrói. Com ele, Modiano escreveu porventura a sua melhor obra - e uma das mais notáveis da moderna literatura francesa.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Anos atrás, o narrador deparara-se com um anúncio publicado no "Paris-Soir" de 31 de dezembro de 1941: "Procura-se uma rapariga, Dora Bruder, de 15 anos…" Quem era Dora Bruder? Desde esse dia, o destino da jovem judia enredada nas malhas da ocupação nazi nunca mais o largou, obcecado que estava em reconstruir a sua história até aos momentos finais no campo de Auschwitz. Este livro (como, aliás, toda a obra do autor) é assim um combate contra o esquecimento, uma afirmação portentosa dos caminhos redentores da memória - contra tudo aquilo que nos macula e destrói. Com ele, Modiano escreveu porventura a sua melhor obra - e uma das mais notáveis da moderna literatura francesa.
Description
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Anos atrás, o narrador deparara-se com um anúncio publicado no "Paris-Soir" de 31 de dezembro de 1941: "Procura-se uma rapariga, Dora Bruder, de 15 anos…" Quem era Dora Bruder? Desde esse dia, o destino da jovem judia enredada nas malhas da ocupação nazi nunca mais o largou, obcecado que estava em reconstruir a sua história até aos momentos finais no campo de Auschwitz. Este livro (como, aliás, toda a obra do autor) é assim um combate contra o esquecimento, uma afirmação portentosa dos caminhos redentores da memória - contra tudo aquilo que nos macula e destrói. Com ele, Modiano escreveu porventura a sua melhor obra - e uma das mais notáveis da moderna literatura francesa.












