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Em Busca do Tempo Perdido - À Sombra das Raparigas em Flor (Volume II) de Marcel Proust

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Em Busca do Tempo Perdido - À Sombra das Raparigas em Flor (Volume II) de Marcel Proust

Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544

Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544

Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544

Sinopse:
A edição de "Em Busca do Tempo Perdido", traduzido pelo poeta Pedro Tamen, é, sem dúvida, um dos acontecimentos editoriais do ano. Prossegue agora com o segundo volume, "À Sombra das Raparigas em Flor" (Prémio Goncourt). Combray e a infância ficaram para trás. E Gilberte também. O narrador segue agora pelas reminiscências da adolescência, e visita a estância de Balbec, com a avó. Surgem Albertine, rodeada pelas amigas, e o pintor Elstir, com os seus quadros de marinhas. "Através desta tradução, sente-se a presença de um poeta e de um profundo conhecedor da literatura portuguesa. No texto, ecoa a memória do mais parisiense dos nossos escritores - Eça de Queirós - que semeia os seus romances de expressões francesas. Pedro Tamen oscila entre a tradução de topónimos e a sua manutenção na língua de partida, seguindo de perto as hesitações de "A Cidade e as Serras", criando uma atmosfera próxima e distante, como se estivéssemos ainda nos finais do século XIX ou, talvez, no início do século XX. Conserva, na língua original, os nomes das personagens, mesmo quando seria possível traduzi-los, fiel a um autor que acredita no poder de nomear. Faz nascer o desejo de leitura, como se agora Marcel Proust começasse a ser, de uma outra forma, a sua própria tradução." Teresa Almeida, "Expresso, Actual" 12/07/03