
Estranhezas de Maria Teresa Horta
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, "Estranhezas" desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: "No Espelho", "Paixão", "Da Beleza", "Alteridades", "Tumulto", "Ferocidades" e "À Beira do Abismo". É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de "Alteridades", "Tumulto" e "Ferocidades" são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros. Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de "Dürer" bem afirma, e o poema "A Asa", da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta: - De súbito Dürer... a asa que pintaste há séculos ganha voo com a sua dúctil e indócil beleza
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, "Estranhezas" desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: "No Espelho", "Paixão", "Da Beleza", "Alteridades", "Tumulto", "Ferocidades" e "À Beira do Abismo". É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de "Alteridades", "Tumulto" e "Ferocidades" são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros. Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de "Dürer" bem afirma, e o poema "A Asa", da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta: - De súbito Dürer... a asa que pintaste há séculos ganha voo com a sua dúctil e indócil beleza
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Nº Páginas: 304
Sinopse:
Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, "Estranhezas" desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: "No Espelho", "Paixão", "Da Beleza", "Alteridades", "Tumulto", "Ferocidades" e "À Beira do Abismo". É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de "Alteridades", "Tumulto" e "Ferocidades" são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros. Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de "Dürer" bem afirma, e o poema "A Asa", da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta: - De súbito Dürer... a asa que pintaste há séculos ganha voo com a sua dúctil e indócil beleza












