
Fernando Pessoa - Antologia Poética
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Fernando Pessoa - antologia poética" é uma abordagem à obra de um dos mais singulares autores do século passado. Pessoa e os seus heterónimos - que surgem da sua tendência "para a despersonalização e para a simulação", segundo ele próprio - constroem um universo rico em imagens poéticas, começando por uma categórica declaração de intenções: "O poeta é um fingidor". Da sua admiração pelas vanguardas, destacam-se poemas como "Hora absurda" ou "Chuva oblíqua", que vão beber ao intersecionismo, que tanto marcou a sua produção literária. Esta antologia poética completa-se com composições assinadas por Álvaro de Campos, de tipo futurista; Ricardo Reis, de estilo neoclássico; e ainda com o cunho neopaganista que caracteriza Alberto Caeiro, o primeiro dos heterónimos e mestre dos demais. Cada um conta com a sua biografia, rosto, gestos e, inclusivamente, com o seu próprio horóscopo. Estes poemas complementam-se com as "colagens geométricas" de Pedro Proença que, adotando o papel intersecionista do poeta, combina aleatoriamente fundos de cores sobre os quais traça desenhos, tipografias e recortes de revistas da época.
Nº Páginas: 72
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"Fernando Pessoa - antologia poética" é uma abordagem à obra de um dos mais singulares autores do século passado. Pessoa e os seus heterónimos - que surgem da sua tendência "para a despersonalização e para a simulação", segundo ele próprio - constroem um universo rico em imagens poéticas, começando por uma categórica declaração de intenções: "O poeta é um fingidor". Da sua admiração pelas vanguardas, destacam-se poemas como "Hora absurda" ou "Chuva oblíqua", que vão beber ao intersecionismo, que tanto marcou a sua produção literária. Esta antologia poética completa-se com composições assinadas por Álvaro de Campos, de tipo futurista; Ricardo Reis, de estilo neoclássico; e ainda com o cunho neopaganista que caracteriza Alberto Caeiro, o primeiro dos heterónimos e mestre dos demais. Cada um conta com a sua biografia, rosto, gestos e, inclusivamente, com o seu próprio horóscopo. Estes poemas complementam-se com as "colagens geométricas" de Pedro Proença que, adotando o papel intersecionista do poeta, combina aleatoriamente fundos de cores sobre os quais traça desenhos, tipografias e recortes de revistas da época.
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"Fernando Pessoa - antologia poética" é uma abordagem à obra de um dos mais singulares autores do século passado. Pessoa e os seus heterónimos - que surgem da sua tendência "para a despersonalização e para a simulação", segundo ele próprio - constroem um universo rico em imagens poéticas, começando por uma categórica declaração de intenções: "O poeta é um fingidor". Da sua admiração pelas vanguardas, destacam-se poemas como "Hora absurda" ou "Chuva oblíqua", que vão beber ao intersecionismo, que tanto marcou a sua produção literária. Esta antologia poética completa-se com composições assinadas por Álvaro de Campos, de tipo futurista; Ricardo Reis, de estilo neoclássico; e ainda com o cunho neopaganista que caracteriza Alberto Caeiro, o primeiro dos heterónimos e mestre dos demais. Cada um conta com a sua biografia, rosto, gestos e, inclusivamente, com o seu próprio horóscopo. Estes poemas complementam-se com as "colagens geométricas" de Pedro Proença que, adotando o papel intersecionista do poeta, combina aleatoriamente fundos de cores sobre os quais traça desenhos, tipografias e recortes de revistas da época.












