
Fumo Sagrado de Guillermo Cabrera Infante
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".
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Nº Páginas: 464
Sinopse:
"Fumo Sagrado" é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa coma sua descoberta, em 1492, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema. Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Churchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da Literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de "puros", é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz "sempre recordar um tempo que nunca existiu".












