
Hegemonia - 7 Duelos Pelo Poder Global de Jaime Nogueira Pinto
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.
Description
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Em "Hegemonia - Sete Duelos pelo Poder Global", Jaime Nogueira Pinto evoca e analisa os grandes conflitos pelo domínio do mundo a Guerra de Peloponeso, as Guerras Púnicas, as Guerras de Carlos V, as Guerras franco-britânicas, as Guerras da Alemanha e a Guerra Fria para terminar no frente-a-frente China - Estados Unidos da América a que hoje assistimos e que promete dominar o futuro. Ao longo destas páginas e dos séculos que percorremos percebemos que há constantes nas causas, nas motivações dos seus protagonistas, no modo de defesa e ataque, que se repetem. Em todas elas, na geopolítica dos interesses e na luta pela hegemonia, estiveram sempre os motores primeiros da acção humana, segundo Tucídides: o medo, a glória e a cobiça dos chefes e dos povos.












