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Jerusalém de Saul Bellow

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Jerusalém de Saul Bellow

Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 296

Sinopse:
"O ar, o próprio ar, é inspirador em Jerusalém, foram os Sábios que o disseram. Estou disposto a acreditar nisso. Eu sei que deve ter propriedades especiais. A delicadeza da luz também me afecta. Olho lá para o fundo, na direcção do Mar Morto, por sobre rochedos fendidos e casinhas com telhados bolbosos. A cor dos telhados é a do chão, e no meio daquela paisagem estranha e mortiça o ar abrasador cai sobre nós com um peso quase humano. Aquelas cores comunicam algo de inteligível, algo de metafísico. O universo interpreta- se a si mesmo perante os nossos olhos no espaço aberto do vale de rochas espalhadas que se estende até às águas mortas. Noutros locais, morremos e desintegramo-nos. Aqui morremos e misturamo- nos no todo."
Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 296

Sinopse:
"O ar, o próprio ar, é inspirador em Jerusalém, foram os Sábios que o disseram. Estou disposto a acreditar nisso. Eu sei que deve ter propriedades especiais. A delicadeza da luz também me afecta. Olho lá para o fundo, na direcção do Mar Morto, por sobre rochedos fendidos e casinhas com telhados bolbosos. A cor dos telhados é a do chão, e no meio daquela paisagem estranha e mortiça o ar abrasador cai sobre nós com um peso quase humano. Aquelas cores comunicam algo de inteligível, algo de metafísico. O universo interpreta- se a si mesmo perante os nossos olhos no espaço aberto do vale de rochas espalhadas que se estende até às águas mortas. Noutros locais, morremos e desintegramo-nos. Aqui morremos e misturamo- nos no todo."
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Jerusalém de Saul Bellow

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Description

Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 296

Sinopse:
"O ar, o próprio ar, é inspirador em Jerusalém, foram os Sábios que o disseram. Estou disposto a acreditar nisso. Eu sei que deve ter propriedades especiais. A delicadeza da luz também me afecta. Olho lá para o fundo, na direcção do Mar Morto, por sobre rochedos fendidos e casinhas com telhados bolbosos. A cor dos telhados é a do chão, e no meio daquela paisagem estranha e mortiça o ar abrasador cai sobre nós com um peso quase humano. Aquelas cores comunicam algo de inteligível, algo de metafísico. O universo interpreta- se a si mesmo perante os nossos olhos no espaço aberto do vale de rochas espalhadas que se estende até às águas mortas. Noutros locais, morremos e desintegramo-nos. Aqui morremos e misturamo- nos no todo."