
José e os Seus Irmãos III - José no Egito de Thomas Mann
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
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Nº Páginas: 776
Sinopse:
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes - "As Histórias de Jaacob", "O Jovem José", "José no Egito" e "José, o Provedor" - como uma narrativa unificada, um "romance mitológico" da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina - com as suas divindades e rituais religiosos -, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.












