
Lengalengas de Luísa Ducla Soares
Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Brincar com a nossa língua (embora ela seja muito traiçoeira) é sempre um prazer. Luísa Ducla Soares, uma apaixonada pela língua portuguesa, apresenta-nos uma seleção de rimas populares e cantilenas infantis, que vêm do tempo das nossas avós e, quem sabe, talvez venham ainda a ser "declamadas" pelos nossos netos.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Brincar com a nossa língua (embora ela seja muito traiçoeira) é sempre um prazer. Luísa Ducla Soares, uma apaixonada pela língua portuguesa, apresenta-nos uma seleção de rimas populares e cantilenas infantis, que vêm do tempo das nossas avós e, quem sabe, talvez venham ainda a ser "declamadas" pelos nossos netos.
Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Brincar com a nossa língua (embora ela seja muito traiçoeira) é sempre um prazer. Luísa Ducla Soares, uma apaixonada pela língua portuguesa, apresenta-nos uma seleção de rimas populares e cantilenas infantis, que vêm do tempo das nossas avós e, quem sabe, talvez venham ainda a ser "declamadas" pelos nossos netos.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Brincar com a nossa língua (embora ela seja muito traiçoeira) é sempre um prazer. Luísa Ducla Soares, uma apaixonada pela língua portuguesa, apresenta-nos uma seleção de rimas populares e cantilenas infantis, que vêm do tempo das nossas avós e, quem sabe, talvez venham ainda a ser "declamadas" pelos nossos netos.
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Lengalengas de Luísa Ducla Soares—
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Description
Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Brincar com a nossa língua (embora ela seja muito traiçoeira) é sempre um prazer. Luísa Ducla Soares, uma apaixonada pela língua portuguesa, apresenta-nos uma seleção de rimas populares e cantilenas infantis, que vêm do tempo das nossas avós e, quem sabe, talvez venham ainda a ser "declamadas" pelos nossos netos.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Brincar com a nossa língua (embora ela seja muito traiçoeira) é sempre um prazer. Luísa Ducla Soares, uma apaixonada pela língua portuguesa, apresenta-nos uma seleção de rimas populares e cantilenas infantis, que vêm do tempo das nossas avós e, quem sabe, talvez venham ainda a ser "declamadas" pelos nossos netos.












