
Lusitânia de Almeida Faria
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. No início deste terceiro volume da Tetralogia Lusitana assistimos ao rapto dos jovens Marta e João Carlos, seguido pelos não menos surpreendentes acontecimentos que revolucionaram a sociedade portuguesa desde o domingo de Páscoa de mil novecentos e setenta e quatro ao domingo de Páscoa do ano seguinte. Ao longo desse ano eufórico para muitos, assustador para alguns, as personagens de "A Paixão e Cortes" dispersam-se dentro e fora do país e, antes da existência de telemóveis e "e-mails", comunicam sobretudo por cartas entre si. O que dá a esta agitada narrativa, ora dramática ora divertida, um tom de paródia a certos romances do século XVIII, epistolares e libertinos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. No início deste terceiro volume da Tetralogia Lusitana assistimos ao rapto dos jovens Marta e João Carlos, seguido pelos não menos surpreendentes acontecimentos que revolucionaram a sociedade portuguesa desde o domingo de Páscoa de mil novecentos e setenta e quatro ao domingo de Páscoa do ano seguinte. Ao longo desse ano eufórico para muitos, assustador para alguns, as personagens de "A Paixão e Cortes" dispersam-se dentro e fora do país e, antes da existência de telemóveis e "e-mails", comunicam sobretudo por cartas entre si. O que dá a esta agitada narrativa, ora dramática ora divertida, um tom de paródia a certos romances do século XVIII, epistolares e libertinos.
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Nº Páginas: 272
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. No início deste terceiro volume da Tetralogia Lusitana assistimos ao rapto dos jovens Marta e João Carlos, seguido pelos não menos surpreendentes acontecimentos que revolucionaram a sociedade portuguesa desde o domingo de Páscoa de mil novecentos e setenta e quatro ao domingo de Páscoa do ano seguinte. Ao longo desse ano eufórico para muitos, assustador para alguns, as personagens de "A Paixão e Cortes" dispersam-se dentro e fora do país e, antes da existência de telemóveis e "e-mails", comunicam sobretudo por cartas entre si. O que dá a esta agitada narrativa, ora dramática ora divertida, um tom de paródia a certos romances do século XVIII, epistolares e libertinos.












