
Maggie, Uma Rapariga das Ruas de Stephen Crane
Nº Páginas: 116
Sinopse:
Um retrato chocante e inexoravelmente honesto do lado mais sórdido da cidade, Maggie é actualmente considerada como uma obra expressionista e absurdista, "um estranho poema visionário», como afirma Paul Auster, de «narrativa pura, sem análises sociais, sem pedidos de reforma e sem reflexões psicológicas que expliquem porque é que as personagens fazem o que fazem". Numa escrita caracterizada por uma intensidade vivaz, pelo uso de diversos dialectos e pela ironia, Maggie, Uma Rapariga das Ruas exibe brilhantemente a genialidade de Crane.
Nº Páginas: 116
Sinopse:
Um retrato chocante e inexoravelmente honesto do lado mais sórdido da cidade, Maggie é actualmente considerada como uma obra expressionista e absurdista, "um estranho poema visionário», como afirma Paul Auster, de «narrativa pura, sem análises sociais, sem pedidos de reforma e sem reflexões psicológicas que expliquem porque é que as personagens fazem o que fazem". Numa escrita caracterizada por uma intensidade vivaz, pelo uso de diversos dialectos e pela ironia, Maggie, Uma Rapariga das Ruas exibe brilhantemente a genialidade de Crane.
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Nº Páginas: 116
Sinopse:
Um retrato chocante e inexoravelmente honesto do lado mais sórdido da cidade, Maggie é actualmente considerada como uma obra expressionista e absurdista, "um estranho poema visionário», como afirma Paul Auster, de «narrativa pura, sem análises sociais, sem pedidos de reforma e sem reflexões psicológicas que expliquem porque é que as personagens fazem o que fazem". Numa escrita caracterizada por uma intensidade vivaz, pelo uso de diversos dialectos e pela ironia, Maggie, Uma Rapariga das Ruas exibe brilhantemente a genialidade de Crane.












