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Manual de Civilidade para Meninas e de Uso nas Escolas de Pierre-Félix Louÿs

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Manual de Civilidade para Meninas e de Uso nas Escolas de Pierre-Félix Louÿs

Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 128

Sinopse:
"Manual de Civilidade para Meninas e de Uso nas Escolas" é um catecismo obsceno, um livro transgressor de etiqueta sexual. Teve a primeira publicação, clandestina e anónima, em 1919, em Bruxelas. em 1926, já depois da morte de Louÿs, há uma edição parisiense, mas só em 1954 surge uma edição com o nome do autor na capa. Na década de 50, o Manual sofre sucessivas condenações por alegado atentado ao pudor. E é nos anos 80 que, por fim, se publica livremente, sem censura, nem perseguição. Na sua hiperbólica regulamentação do comportamento sexual da cozinha ao quarto, da Igreja ao museu, da cama do amante ao Senhor Presidente da República, o Manual ataca com dor e raiva o que Pierre Louÿs entendia ser a hipocrisia amorosa e sexual que era a camuflada moral do seu tempo.
Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 128

Sinopse:
"Manual de Civilidade para Meninas e de Uso nas Escolas" é um catecismo obsceno, um livro transgressor de etiqueta sexual. Teve a primeira publicação, clandestina e anónima, em 1919, em Bruxelas. em 1926, já depois da morte de Louÿs, há uma edição parisiense, mas só em 1954 surge uma edição com o nome do autor na capa. Na década de 50, o Manual sofre sucessivas condenações por alegado atentado ao pudor. E é nos anos 80 que, por fim, se publica livremente, sem censura, nem perseguição. Na sua hiperbólica regulamentação do comportamento sexual da cozinha ao quarto, da Igreja ao museu, da cama do amante ao Senhor Presidente da República, o Manual ataca com dor e raiva o que Pierre Louÿs entendia ser a hipocrisia amorosa e sexual que era a camuflada moral do seu tempo.
$12.31
Manual de Civilidade para Meninas e de Uso nas Escolas de Pierre-Félix Louÿs
$12.31

Description

Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 128

Sinopse:
"Manual de Civilidade para Meninas e de Uso nas Escolas" é um catecismo obsceno, um livro transgressor de etiqueta sexual. Teve a primeira publicação, clandestina e anónima, em 1919, em Bruxelas. em 1926, já depois da morte de Louÿs, há uma edição parisiense, mas só em 1954 surge uma edição com o nome do autor na capa. Na década de 50, o Manual sofre sucessivas condenações por alegado atentado ao pudor. E é nos anos 80 que, por fim, se publica livremente, sem censura, nem perseguição. Na sua hiperbólica regulamentação do comportamento sexual da cozinha ao quarto, da Igreja ao museu, da cama do amante ao Senhor Presidente da República, o Manual ataca com dor e raiva o que Pierre Louÿs entendia ser a hipocrisia amorosa e sexual que era a camuflada moral do seu tempo.