
Maria II de Isabel Stilwell
Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.
Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.
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Nº Páginas: 752
Sinopse:
A correspondência entre a Rainha de Portugal e a Rainha Victoria de Inglaterra dá-nos uma perceção fantástica da vida privada de duas mulheres poderosas, ambas casadas com príncipes de Saxe-Coburg-Gotha, que lutam para conciliar a maternidade com a responsabilidade (e prazer) de governar. Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal. A sua infância foi vivida no Brasil entre os morros verdes e as praias de areia branca, segura pelo amor da sua adorada mãe, Leopoldina da Áustria. Em 1828, parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus queridos irmãos e a marquesa de Aguiar, amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declarara rei de Portugal, D. Maria acaba por desembarcar em Londres, onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra. Ficarão para sempre ligadas por uma estreita relação de amizade. Aos 14 anos, D. Maria II pisa pela primeira vez o solo do seu país, um reino destroçado pelas guerras entre liberais e absolutistas. Fracassada a união com o tio Miguel, agora exilado, casa com Augusto de Beauharnais, que morre um ano depois. Teimosa, não desiste da felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxe-CoburgoGotha, pai dos seus onze filhos. Determinada, não desiste do trono, contra tudo e contra todos.












