
Memórias (Tomo I) de Raul Brandão
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Abalada pelo sentimento de crise (tão bem figurado no prefácio do vol. I das Memórias), a obra de Raul Brandão (Foz do Douro, 1867 — Lisboa, 1930) conduz-nos a um confronto ambivalente com a realidade — entre o pitoresco e o dramático, o cómico e o patético, o grotesco e o trágico, o nojo e o encanto terno, o "enxurro" e o "sonho"… Em torno de personagens tragicómicas como Gabiru ou Gebo, "dum lado mora o espanto, doutro o absurdo"; e até o silêncio é clamor e grito, na dialéctica da Dor e no júbilo grave com que se aceita a Vida.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Abalada pelo sentimento de crise (tão bem figurado no prefácio do vol. I das Memórias), a obra de Raul Brandão (Foz do Douro, 1867 — Lisboa, 1930) conduz-nos a um confronto ambivalente com a realidade — entre o pitoresco e o dramático, o cómico e o patético, o grotesco e o trágico, o nojo e o encanto terno, o "enxurro" e o "sonho"… Em torno de personagens tragicómicas como Gabiru ou Gebo, "dum lado mora o espanto, doutro o absurdo"; e até o silêncio é clamor e grito, na dialéctica da Dor e no júbilo grave com que se aceita a Vida.
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Nº Páginas: 280
Sinopse:
Abalada pelo sentimento de crise (tão bem figurado no prefácio do vol. I das Memórias), a obra de Raul Brandão (Foz do Douro, 1867 — Lisboa, 1930) conduz-nos a um confronto ambivalente com a realidade — entre o pitoresco e o dramático, o cómico e o patético, o grotesco e o trágico, o nojo e o encanto terno, o "enxurro" e o "sonho"… Em torno de personagens tragicómicas como Gabiru ou Gebo, "dum lado mora o espanto, doutro o absurdo"; e até o silêncio é clamor e grito, na dialéctica da Dor e no júbilo grave com que se aceita a Vida.












