
Não Matarás! - Romance de um Crime de Teresa Martins Marques
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma, Via Fani, 16 de Março de 1978. o sequestro de Aldo Moro durante 55 dias, o massacre da sua escolta e finalmente o seu assassínio. Que abalariam a Itália e chocariam o mundo. E acabariam com os três maiores partidos políticos italianos. Reivindicado pela organização terrorista Brigate Rosse, quem foram realmente os seus mandantes? Chocada com a recusa do governo democrata-cristão e do Partido Comunista em negociar com o grupo terrorista a sua libertação, Teresa Martins Marques leu tudo o que sobre o assunto se escreveu, falou com colaboradores, amigos, alunos e familiares, e ligou os fios que até hoje ninguém quis ou se atrevera a ligar. Numa escrita de uma fluência singular, a autora junta os dados e reconstitui o que só numa obra de ficção podia ser contado. O rapto de Moro não foi para negociar. Foi para matar.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma, Via Fani, 16 de Março de 1978. o sequestro de Aldo Moro durante 55 dias, o massacre da sua escolta e finalmente o seu assassínio. Que abalariam a Itália e chocariam o mundo. E acabariam com os três maiores partidos políticos italianos. Reivindicado pela organização terrorista Brigate Rosse, quem foram realmente os seus mandantes? Chocada com a recusa do governo democrata-cristão e do Partido Comunista em negociar com o grupo terrorista a sua libertação, Teresa Martins Marques leu tudo o que sobre o assunto se escreveu, falou com colaboradores, amigos, alunos e familiares, e ligou os fios que até hoje ninguém quis ou se atrevera a ligar. Numa escrita de uma fluência singular, a autora junta os dados e reconstitui o que só numa obra de ficção podia ser contado. O rapto de Moro não foi para negociar. Foi para matar.
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Nº Páginas: 296
Sinopse:
Roma, Via Fani, 16 de Março de 1978. o sequestro de Aldo Moro durante 55 dias, o massacre da sua escolta e finalmente o seu assassínio. Que abalariam a Itália e chocariam o mundo. E acabariam com os três maiores partidos políticos italianos. Reivindicado pela organização terrorista Brigate Rosse, quem foram realmente os seus mandantes? Chocada com a recusa do governo democrata-cristão e do Partido Comunista em negociar com o grupo terrorista a sua libertação, Teresa Martins Marques leu tudo o que sobre o assunto se escreveu, falou com colaboradores, amigos, alunos e familiares, e ligou os fios que até hoje ninguém quis ou se atrevera a ligar. Numa escrita de uma fluência singular, a autora junta os dados e reconstitui o que só numa obra de ficção podia ser contado. O rapto de Moro não foi para negociar. Foi para matar.












