
«Não Pode Haver Neutros!»: O General Vasco Gonçalves Na Revolução Portuguesa (1974-1975) de António Amaral
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: ENSAIO BIOGRÁFICO SOBRE VASCO GONÇALVES, UMA FIGURA CENTRAL E POLARIZADORA DA REVOLUÇÃO E DA DEMOCRACIA Entre 1974 e 1975, Vasco dos Santos Gonçalves afirmou-se como uma das figuras mais controversas da nossa história recente. Enquanto militar do MFA, liderou quatro dos seis governos provisórios durante o processo revolucionário português, tendo sido primeiro-ministro entre julho de 1974 e setembro de 1975. O contexto desse período moldou tanto a sua ação governativa como os seus gestos discursivos, que permaneceram latentes na memória coletiva portuguesa e suscitaram reações profundamente contraditórias. «Não Pode Haver Neutros!» é um ensaio biográfico que recentra criticamente a figura de Vasco Gonçalves no quadro da Revolução portuguesa, analisando os seus discursos e as «articulações políticas» que estabeleceu com o MFA e as classes trabalhadoras com o devido contexto histórico e procurando ultrapassar leituras polarizadas. «Por emergir nos anos da Revolução portuguesa com uma aura simbolicamente `messiânica e com a espessura de um sujeito (político) irredutível, a maior parte das abordagens sobre a persona de Vasco Gonçalves ainda se encontra fatalmente capturada por uma espécie de `moralismo sentimentalista ora de contornos nostálgicos, ora de contornos revanchistas.»
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: ENSAIO BIOGRÁFICO SOBRE VASCO GONÇALVES, UMA FIGURA CENTRAL E POLARIZADORA DA REVOLUÇÃO E DA DEMOCRACIA Entre 1974 e 1975, Vasco dos Santos Gonçalves afirmou-se como uma das figuras mais controversas da nossa história recente. Enquanto militar do MFA, liderou quatro dos seis governos provisórios durante o processo revolucionário português, tendo sido primeiro-ministro entre julho de 1974 e setembro de 1975. O contexto desse período moldou tanto a sua ação governativa como os seus gestos discursivos, que permaneceram latentes na memória coletiva portuguesa e suscitaram reações profundamente contraditórias. «Não Pode Haver Neutros!» é um ensaio biográfico que recentra criticamente a figura de Vasco Gonçalves no quadro da Revolução portuguesa, analisando os seus discursos e as «articulações políticas» que estabeleceu com o MFA e as classes trabalhadoras com o devido contexto histórico e procurando ultrapassar leituras polarizadas. «Por emergir nos anos da Revolução portuguesa com uma aura simbolicamente `messiânica e com a espessura de um sujeito (político) irredutível, a maior parte das abordagens sobre a persona de Vasco Gonçalves ainda se encontra fatalmente capturada por uma espécie de `moralismo sentimentalista ora de contornos nostálgicos, ora de contornos revanchistas.»
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Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: ENSAIO BIOGRÁFICO SOBRE VASCO GONÇALVES, UMA FIGURA CENTRAL E POLARIZADORA DA REVOLUÇÃO E DA DEMOCRACIA Entre 1974 e 1975, Vasco dos Santos Gonçalves afirmou-se como uma das figuras mais controversas da nossa história recente. Enquanto militar do MFA, liderou quatro dos seis governos provisórios durante o processo revolucionário português, tendo sido primeiro-ministro entre julho de 1974 e setembro de 1975. O contexto desse período moldou tanto a sua ação governativa como os seus gestos discursivos, que permaneceram latentes na memória coletiva portuguesa e suscitaram reações profundamente contraditórias. «Não Pode Haver Neutros!» é um ensaio biográfico que recentra criticamente a figura de Vasco Gonçalves no quadro da Revolução portuguesa, analisando os seus discursos e as «articulações políticas» que estabeleceu com o MFA e as classes trabalhadoras com o devido contexto histórico e procurando ultrapassar leituras polarizadas. «Por emergir nos anos da Revolução portuguesa com uma aura simbolicamente `messiânica e com a espessura de um sujeito (político) irredutível, a maior parte das abordagens sobre a persona de Vasco Gonçalves ainda se encontra fatalmente capturada por uma espécie de `moralismo sentimentalista ora de contornos nostálgicos, ora de contornos revanchistas.»












