
O Amante do Crato de Maria Velho da Costa
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Nas palavras de Urbano Tavares Rodrigues, este "É um muito belo conjunto de contos, cada qual mais original do que os outros e onde a todo o passo se encontra a escrita desafiante, criadora, irónica e lírica de Maria Velho da Costa, o seu gosto pelo vocábulo raro, pela construção insólita, pela intenção verbal. O pequeno texto que dá o título ao volume é uma evocação do mágico e do diabólico da primeira infância, em que uma menina arisca é salva da mordedura de uma víbora por outra criança, o primo (o amante do Crato) que se interpõe, vindo a morrer assim por ela. [...]". Esta edição é enriquecida pelas belíssimas pinturas de Ilda David e inclui um posfácio de Manuel Gusmão.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Nas palavras de Urbano Tavares Rodrigues, este "É um muito belo conjunto de contos, cada qual mais original do que os outros e onde a todo o passo se encontra a escrita desafiante, criadora, irónica e lírica de Maria Velho da Costa, o seu gosto pelo vocábulo raro, pela construção insólita, pela intenção verbal. O pequeno texto que dá o título ao volume é uma evocação do mágico e do diabólico da primeira infância, em que uma menina arisca é salva da mordedura de uma víbora por outra criança, o primo (o amante do Crato) que se interpõe, vindo a morrer assim por ela. [...]". Esta edição é enriquecida pelas belíssimas pinturas de Ilda David e inclui um posfácio de Manuel Gusmão.
Original: $11.08
-65%$11.08
$3.88Description
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Nas palavras de Urbano Tavares Rodrigues, este "É um muito belo conjunto de contos, cada qual mais original do que os outros e onde a todo o passo se encontra a escrita desafiante, criadora, irónica e lírica de Maria Velho da Costa, o seu gosto pelo vocábulo raro, pela construção insólita, pela intenção verbal. O pequeno texto que dá o título ao volume é uma evocação do mágico e do diabólico da primeira infância, em que uma menina arisca é salva da mordedura de uma víbora por outra criança, o primo (o amante do Crato) que se interpõe, vindo a morrer assim por ela. [...]". Esta edição é enriquecida pelas belíssimas pinturas de Ilda David e inclui um posfácio de Manuel Gusmão.












