
O Cinema Ideal e a Casa da Imprensa - 110 Anos de Filmes de Maria do Carmo Piçarra
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Há 110 anos a mostrar filmes, o Ideal tem uma história que se confunde, em Portugal, com a da exibição cinematográfica popular. Quando a Casa da Imprensa - Associação Mutualista se tornou, em 1926, proprietária do prédio onde funciona, o Ideal já não era um cinema de estreia. Antes, fez história com a invenção do "ani¬matógrafo falado" e revelou António Silva. Foi o primeiro sonoro de René Clair a introduzir esta atracção no "Loreto" mas não travou a decadência da sala, gerida, desde a instauração da República, pela Costa & Carvalho e progressivamente pre¬terida em favor dos salões luxuosos ou dos grandes cinemas das avenidas. A Casa da Imprensa assume agora, com a Midas, a aposta na requalificação do espaço e da programação da mais antiga sala de cinema do País. Honra o pionei¬rismo da associação na organização de festivais e ciclos de cinema, na divulgação do cinema de autor e no apoio ao novo cinema português. E reivindica uma acção que quis contrariar a censura do Estado Novo. É esta história que aqui se conta. É este passado - o do Ideal, sala de cinema popular, e o da associação de jorna¬listas que, desde 1962, assumiu a divulgação cinematográfica como missão - que converge num "acto de Primavera". O Cinema Ideal renasce como um espaço de exibição cinematográfica a pensar no futuro, assumindo-se cinema de bairro, como sempre foi, mas cinema do mundo e com mundo.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Há 110 anos a mostrar filmes, o Ideal tem uma história que se confunde, em Portugal, com a da exibição cinematográfica popular. Quando a Casa da Imprensa - Associação Mutualista se tornou, em 1926, proprietária do prédio onde funciona, o Ideal já não era um cinema de estreia. Antes, fez história com a invenção do "ani¬matógrafo falado" e revelou António Silva. Foi o primeiro sonoro de René Clair a introduzir esta atracção no "Loreto" mas não travou a decadência da sala, gerida, desde a instauração da República, pela Costa & Carvalho e progressivamente pre¬terida em favor dos salões luxuosos ou dos grandes cinemas das avenidas. A Casa da Imprensa assume agora, com a Midas, a aposta na requalificação do espaço e da programação da mais antiga sala de cinema do País. Honra o pionei¬rismo da associação na organização de festivais e ciclos de cinema, na divulgação do cinema de autor e no apoio ao novo cinema português. E reivindica uma acção que quis contrariar a censura do Estado Novo. É esta história que aqui se conta. É este passado - o do Ideal, sala de cinema popular, e o da associação de jorna¬listas que, desde 1962, assumiu a divulgação cinematográfica como missão - que converge num "acto de Primavera". O Cinema Ideal renasce como um espaço de exibição cinematográfica a pensar no futuro, assumindo-se cinema de bairro, como sempre foi, mas cinema do mundo e com mundo.
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Nº Páginas: 136
Sinopse:
Há 110 anos a mostrar filmes, o Ideal tem uma história que se confunde, em Portugal, com a da exibição cinematográfica popular. Quando a Casa da Imprensa - Associação Mutualista se tornou, em 1926, proprietária do prédio onde funciona, o Ideal já não era um cinema de estreia. Antes, fez história com a invenção do "ani¬matógrafo falado" e revelou António Silva. Foi o primeiro sonoro de René Clair a introduzir esta atracção no "Loreto" mas não travou a decadência da sala, gerida, desde a instauração da República, pela Costa & Carvalho e progressivamente pre¬terida em favor dos salões luxuosos ou dos grandes cinemas das avenidas. A Casa da Imprensa assume agora, com a Midas, a aposta na requalificação do espaço e da programação da mais antiga sala de cinema do País. Honra o pionei¬rismo da associação na organização de festivais e ciclos de cinema, na divulgação do cinema de autor e no apoio ao novo cinema português. E reivindica uma acção que quis contrariar a censura do Estado Novo. É esta história que aqui se conta. É este passado - o do Ideal, sala de cinema popular, e o da associação de jorna¬listas que, desde 1962, assumiu a divulgação cinematográfica como missão - que converge num "acto de Primavera". O Cinema Ideal renasce como um espaço de exibição cinematográfica a pensar no futuro, assumindo-se cinema de bairro, como sempre foi, mas cinema do mundo e com mundo.












