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O Corvo de Edgar Allan Poe

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O Corvo de Edgar Allan Poe

Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 110

Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 110

Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.
$11.19
O Corvo de Edgar Allan Poe
$11.19

Description

Edição: Mar 2009
Nº Páginas: 110

Sinopse:
"O Corvo" de Edgar Allan Poe (1809-1849) foi publicado pela primeira vez em livro em 1845, pela editora norte-americana Lorimer Graham, numa versão que integrava correcções do autor. Poucos anos depois era já um dos mais conhecidos poemas da literatura norte-americana, sendo considerado um desafio por diversos tradutores, entre os quais se contaram Charles Baudelaire e, no caso da língua portuguesa, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Um dos problemas específicos do texto está no facto de o corvo, que certa noite visita o narrador mergulhado em livros de um "saber esquecido", emitir apenas a palavra "Nevermore", que é enunciada no final de cada estrofe adquirindo de cada vez um sentido diverso.