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O Duplo de Fiódor Dostoiévski

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O Duplo de Fiódor Dostoiévski

Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 152

Sinopse:
"O Duplo" foi publicado em 1846, poucos meses depois de "Gente Pobre", primeiro romance de Dostoiévski, então com 24 anos. Muitas das inquietações do autor estão já presentes neste texto: uma história de um funcionário público obcecado pela existência de um colega, réplica de si próprio, que lhe usurpa a identidade, acabando por levá-lo à insanidade mental e à rutura com a sociedade. A afirmação da liberdade individual contra instituições e normas existentes é precisamente o tema central do livro, ainda que sobressaia a compaixão pela condição dos humilhados, outra recorrência na obra do autor. Com uma riqueza de recursos estilísticos admirável - comparada, por Nabokov, à de James Joyce - este é um romance intensamente criativo, que rompe com as convenções literárias.
Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 152

Sinopse:
"O Duplo" foi publicado em 1846, poucos meses depois de "Gente Pobre", primeiro romance de Dostoiévski, então com 24 anos. Muitas das inquietações do autor estão já presentes neste texto: uma história de um funcionário público obcecado pela existência de um colega, réplica de si próprio, que lhe usurpa a identidade, acabando por levá-lo à insanidade mental e à rutura com a sociedade. A afirmação da liberdade individual contra instituições e normas existentes é precisamente o tema central do livro, ainda que sobressaia a compaixão pela condição dos humilhados, outra recorrência na obra do autor. Com uma riqueza de recursos estilísticos admirável - comparada, por Nabokov, à de James Joyce - este é um romance intensamente criativo, que rompe com as convenções literárias.
$13.23
O Duplo de Fiódor Dostoiévski
$13.23

Description

Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 152

Sinopse:
"O Duplo" foi publicado em 1846, poucos meses depois de "Gente Pobre", primeiro romance de Dostoiévski, então com 24 anos. Muitas das inquietações do autor estão já presentes neste texto: uma história de um funcionário público obcecado pela existência de um colega, réplica de si próprio, que lhe usurpa a identidade, acabando por levá-lo à insanidade mental e à rutura com a sociedade. A afirmação da liberdade individual contra instituições e normas existentes é precisamente o tema central do livro, ainda que sobressaia a compaixão pela condição dos humilhados, outra recorrência na obra do autor. Com uma riqueza de recursos estilísticos admirável - comparada, por Nabokov, à de James Joyce - este é um romance intensamente criativo, que rompe com as convenções literárias.