
O Espião Alemão em Goa de José António Barreiros
Nº Páginas: 192
Sinopse:
No Carnaval de 1943 três navios alemães e um italiano, todos civis, foram incendiados e afundados, pelos próprios tripulantes, no porto de Mormugão, no então Estado Português da Índia. Resistiam assim a um ataque do SOE britânico, o serviço de operações especiais encarregue da "guerra não cavalheiresca".Para proteger os interesses aliados, as autoridades portuguesas condenaram judicialmente os tripulantes, dando como não provado que tivessem resistido a uma tentativa de apresamento, com violação da nossa neutralidade.Ao erro judiciário seguiu-se a propaganda: para os britânicos, o fiasco da expedição foi convertido em vitória. Só os portugueses saíram mal do incidente.Salazar teve de intervir junto do poder judicial e o silêncio caiu sobre a história.Este livro tenta repor a verdade, para além das conveniências.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
No Carnaval de 1943 três navios alemães e um italiano, todos civis, foram incendiados e afundados, pelos próprios tripulantes, no porto de Mormugão, no então Estado Português da Índia. Resistiam assim a um ataque do SOE britânico, o serviço de operações especiais encarregue da "guerra não cavalheiresca".Para proteger os interesses aliados, as autoridades portuguesas condenaram judicialmente os tripulantes, dando como não provado que tivessem resistido a uma tentativa de apresamento, com violação da nossa neutralidade.Ao erro judiciário seguiu-se a propaganda: para os britânicos, o fiasco da expedição foi convertido em vitória. Só os portugueses saíram mal do incidente.Salazar teve de intervir junto do poder judicial e o silêncio caiu sobre a história.Este livro tenta repor a verdade, para além das conveniências.
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Nº Páginas: 192
Sinopse:
No Carnaval de 1943 três navios alemães e um italiano, todos civis, foram incendiados e afundados, pelos próprios tripulantes, no porto de Mormugão, no então Estado Português da Índia. Resistiam assim a um ataque do SOE britânico, o serviço de operações especiais encarregue da "guerra não cavalheiresca".Para proteger os interesses aliados, as autoridades portuguesas condenaram judicialmente os tripulantes, dando como não provado que tivessem resistido a uma tentativa de apresamento, com violação da nossa neutralidade.Ao erro judiciário seguiu-se a propaganda: para os britânicos, o fiasco da expedição foi convertido em vitória. Só os portugueses saíram mal do incidente.Salazar teve de intervir junto do poder judicial e o silêncio caiu sobre a história.Este livro tenta repor a verdade, para além das conveniências.












